.:: Êxtase da Deusa ::.

Memorial

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Círculo Sagrado de Visões Femininas
Cerimônia de lua nova de AGOSTO
no Rio de Janeiro

"O que é?


Simultaneamente, mulheres de diversos estados brasileiros e países de lingua espanica e portuguesa, reúne-se em círculos de iguais e ecumênicos, sempre ao PRIMEIRO dia de Lua Nova para celebrar , fortalecer, expressar plenamente suas formas, curar seus ciclos hormonais e regular sua menstruação/fertilidade pelo Círculo Sagrado de Visões Femininas.

Este trabalho apesar de inicialmente ter sido ancorado pelo projeto CLA DOS CICLOS SAGRADOS, sob à coordenação de Sabrina Alves em São Paulo, desde 2007 expande suas teias em forma de gratidão e comunhão à Grande Mãe orientando outras mulheres de forma gratuita de outros estados do Brasil e países de lingua espanhola e portuguesa a canalizarem esta energia pelo poder da união e da sincronicidade desde a Primavera de 2009.

Conecta outras mulheres para trazerem, em forma de ação, esta energia de UNIÃO entre nós e as forças universais de purificação expressas pela LUA NOVA. Uma experiência de resgate simbólico da energia ancestral coletiva feminina onde mulheres em meio a agitação das cidades, guiadas por suas próprias crenças, perpetuam sua linhagem feminina por meio da sacralidade de seus corpos."
Venha celebrar e honrar a sagrada energia feminina!!!

Mulheres re-unidas em círculo na primeira
 noite de Lua Nova de AGOSTO
dia 29, SEGUNDA-Feira, às 20hs!!

Informações:

Espaço Cultural mulher Ancestral (Botafogo-RJ)
(21)85301340


http://circulosagradodevisoesfemininas.blogspot.com/
Encontros simultâneos e sincrônicos!
Em

BRASIL

Rio Grande do Sul - Porto Alegre, São Leopoldo, Viamão, Imbé, Pelotas, Capão da Canoa. São Paulo - PERDIZES, Bauru, Ilha Bela, Boiçucanga, Vila Zelina, Barão Geraldo - Rio de Janeiro - Rio de Janeiro, Maricá. Goiania - Goiania Bahia - Salvador Espírito Santo - Vitória Paraná - Curitiba. Santa Catarina - Florianopólis Pernambuco - Recife Aracajú - Sergipe Ceará - Fortaleza.

MUNDO

Perú - Urubamba/Cusco
Portugal - Cintra e
Porto
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Argentina - Rosário

"Conectados pelo estilo de vida circula para REDE-Revolução em prol da Re-emêrgencia da Cultura da Mulher!" (Sabrina Alves)

Coordenação: Clã dos Ciclos Sagrados


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Deus bíblico pode ter tido uma esposa, afirmam pesquisadores

Inscrições indicariam que Javé teria tido como companheira a deusa da fertilidade Asherah. Tese é polêmica; outros especialistas dizem que Deus só 'absorveu' atributos da deusa.

Por Reinaldo José Lopes Do G1, em São Paulo
Fonte: Site G1 do Globo

Foto: asImagem de mulher grávida
escavada em antigo assentamento israelita:
seria uma representação da Asherah,
(Foto: Reprodução)

"Será que uma deusa pagã, atacada na Bíblia como uma das maiores inimigas do culto ao Deus verdadeiro, poderia ser, na verdade, a esposa Dele? De forma bastante simplificada, esse é um dos principais debates que dividem os historiadores da religião do antigo Israel nos últimos tempos. Inscrições misteriosas, pequenas estatuetas de cerâmica e o próprio texto da Bíblia indicariam que a deusa em questão, conhecida como Asherah, não teria sido adorada como rival de Javé, o Deus judaico-cristão, mas sim como sua companheira.

Leia mais reportagens da série "Ciência da Fé"

Isso, é claro, para um dos lados do debate. Para outros pesquisadores, os símbolos da deusa Asherah (cujo nome às vezes é aportuguesado como "Asserá") teriam sido simplesmente "incorporados" pelo culto de Javé, sem que a deusa fosse adorada como entidade distinta pelos antigos israelitas. A ambigüidade é, em parte, lingüística: embora Asherah fosse o nome de uma deusa dos cananeus (habitantes pagãos da Palestina), a palavra também é um substantivo comum, "asherah", que designa um poste de madeira usado para cerimônias religiosas.

"As posições estão bem marcadas: uns acreditam que se trata de um símbolo cúltico, outros já assumem que se trata de uma deusa. No entanto, uma coisa não necessariamente exclui a outra, porque o poste também simbolizava a deusa, de forma que uma referência a ele sugere o culto a Asherah", diz Osvaldo Luiz Ribeiro, doutorando em teologia bíblica da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).

  Menções numerosas
"Na Bíblia hebraica existem mais de 40 referências a Asherah e ao seu símbolo, inclusive demonstrando a sua presença dentro do Templo de Jerusalém, o Templo de Javé", conta Ana Luisa Alves Cordeiro, mestranda em ciências da religião na Universidade Católica de Goiás. Nessas referências, a deusa é sempre retratada como uma influência religiosa negativa dos povos vizinhos sobre os israelitas, competindo com o culto do verdadeiro Deus. Cordeiro está estudando o impacto da reforma religiosa liderada por Josias, rei de Judá (o reino israelita do sul), por volta do ano 620 a.C., na qual o símbolo da deusa teria sido arrancado do Templo e queimado.

No entanto, o culto a Asherah parece ter sido mais importante fora de Jerusalém, nos chamados "lugares altos", afirma a pesquisadora. Em tais locais, o poste de madeira era substituído por árvores vivas como símbolo da deusa. "Eram santuários ao ar livre, nos topos das montanhas. Isso evidencia uma profunda ligação com a natureza", diz Cordeiro. O culto a Asherah seria uma forma de reverenciar a fertilidade feminina e o papel da mulher como doadora ou mantenedora da vida. "E a árvore é o símbolo dessa abundância", avalia a pesquisadora.

Durante muito tempo, esse tipo de culto foi considerado uma influência religiosa estrangeira sobre o povo de Israel, conforme o que dizia a Bíblia. Mas o consenso atual é que os israelitas não tiveram uma origem separada dos cananeus, seus vizinhos pagãos. A maior parte dos habitantes de Judá e Israel (nome um tanto confuso do reino israelita do norte) parecem ter sido um grupo de origem majoritariamente cananéia que foi assumindo uma entidade cultural distinta aos poucos. E, entre os cananeus, Asherah era a esposa de El, o soberano dos deuses -- mais ou menos como Zeus, na mitologia grega, tinha sua mulher divina, a deusa Hera.

  Evidência direta?
É aqui que a arqueologia traz dados surpreendentes sobre a questão. O sítio arqueológico mais importante para o debate sobre Asherah talvez seja o de Kuntillet Ajrud, localizado no Sinai egípcio, perto da fronteira com Israel. O lugar parece ter sido uma espécie de "pit stop" de caravanas no deserto, e também ter abrigado um antigo santuário.

Foto: as
Inscrição em hebraico do ano 800 a.C. no alto pede benção de "Javé de Samaria e sua Asherah". Casal abaixo do texto, com aspecto bovino, poderia retratar o deus e sua esposa, segundo alguns especialistas (Foto: Reprodução)

Inscrições e desenhos em fragmentos de cerâmica de Kuntillet Ajrud revelam frases, datadas em torno do ano 800 a.C., pedindo a benção de "Javé de Samaria [capital do reino israelita do norte] e sua Asherah" e "Javé de Teiman e sua Asherah". No caso da primeira frase, há um desenho estranhíssimo de duas figuras com corpo humano e cabeça que lembra a de bovinos, uma delas com traços mais masculinos e outra com traços mais femininos. Será que era assim que alguns dos antigos israelitas imaginavam Javé e sua esposa Asherah?

"Temos outros dados que indicam a associação de Javé com a figura do touro, representando a força, o poder, principalmente no culto de Samaria", afirma Osvaldo Ribeiro, da PUC-RJ. Outros pesquisadores, como Mark S. Smith, da Universidade de Nova York, contestam a associação de Javé com uma consorte chamada Asherah nessas inscrições. Para eles, a gramática do hebraico é esquisita: o termo "sua Asherah" parece se referir a um objeto, não a uma pessoa ou a uma deusa.

"Eu acho complicado tirar uma conclusão como essa simplesmente com base no que sabemos do hebraico bíblico, porque se trata de uma língua morta. Nunca vamos ter certeza se realmente era impossível usar o pronome em 'sua Asherah' para se referir a uma pessoa", diz Ribeiro. De qualquer maneira, afirma o pesquisador, há outro dado arqueológico importante: inúmeras estatuetas de cerâmica, encontradas em todo o território israelita e com idades que abrangem centenas de anos, que parecem indicar uma deusa da fertilidade, com barriga de grávida e seios protuberantes. "Essas imagens continuam sendo comuns até o século 6 a.C., quando Jerusalém é destruída e parte de seus habitantes são exilados na Babilônia", lembra ele.

Foto: as
Outras estatuetas femininas feitas por antigos israelitas: os traços maternais, como seios fartos e ventres grávidos, são enfatizados nessas imagens (Foto: Reprodução)

  Pós-exílio
Se o culto a Asherah era tão comum quando esses indícios esparsos indicam, o que teria levado ao fim dele? A Bíblia explica o processo como uma contaminação constante da religião de Israel pelos povos pagãos, a qual nem muitas reformas religiosas purificadoras, como a do rei Josias, foram capazes de apagar antes do exílio na Babilônia.

Ribeiro, no entanto, diz acreditar que muitas dessas histórias de reforma foram projeções dos sacerdotes do Templo de Jerusalém, elaboradas na época depois do exílio. "A comunidade dos que voltam da Babilônia se organiza em torno do Templo de Jerusalém, sob a liderança dos sacerdotes e com o apoio do Império Persa [que dominou a região depois de vencer a Babilônia]. Então, toda ameaça a esse processo de centralização do poder sacerdotal foi combatida, de forma que só acabou sobrando o culto a Javé. Foi um acidente histórico, num momento crítico, que acabou se tornando a visão dominante."

Já para Ana Luisa Cordeiro, da Universidade Católica de Goiás, os eventos antigos têm implicações para a própria visão excessivamente masculina de Deus que acabou se tornando dominante entre judeus e cristãos. Não é que a sociedade na qual Asherah era adorada fosse necessariamente igualitária entre homens e mulheres, pondera ela, mas pelo menos abria espaço para enxergar o sagrado com um lado feminino.

"Reimaginar o sagrado como Deusa é reimaginar as relações de poder, não numa tentativa de apagar a presença de Deus, mas sim de dar espaço ao feminino no sagrado, o feminino não como um atributo do Deus masculino, mas como Deusa", avalia Cordeiro. "

Fonte:
http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL592805-9982,00-DEUS+BIBLICO+PODE+TER+TIDO+UMA+ESPOSA+AFIRMAM+PESQUISADORES.html

Outros links interessantes sobre o assunto:
http://www.astrologosastrologia.com.pt/biblia+revelacoes/biblia=jave&asherah.htm
http://www.abiblia.org/artigosview.asp?id=80
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"Heredera de la tradición maya y curandera con cocimientos ancestrales, la Abuela Margarita es, a sus 76 años, una mujer que emana sabiduría, alegría y fuerza y que recorre el mundo transmitiendo mensajes rotundos sobre el despertar de lo femenino en hombres y mujeres, la sacralidad de la Madre Tierra, nuestra naturaleza espiritual y el poder que todas las personas tenemos. Allá donde va es una persona muy escuchada y respetada cuyas palabras sirven de aliento e inspiración para miles de personas~" (...)
"En una entrevista publicada en La Voz de la Arboleda de Gaia se le pregunta a la Abuela Margarita: ¿Cuál es la misión de la mujer? Y ella responde:
"-Enseñar al hombre a amar. Cuando aprendan, tendrán otra manera de comportarse con la mujer y con la madre tierra. Debemos ver nuestro cuerpo como sagrado y saber que el sexo es un acto sagrado, esa es la manera de que sea dulce y nos llene de sentido.
La vida llega a través de ese acto de amor. Si banalizas eso, ¿qué te queda?
Devolverle el poder sagrado a la sexualidad cambia nuestra actitud ante la vida.
Cuando la mente se une al corazón todo es posible."
Demais trechos da entrevista:

“Yo, cuando necesito algo, me lo pido a mí misma. Y funciona. Porque una cosa es ser limosnero y otra, ordenarte a ti mismo, saber qué es lo que necesitas. Muchos creyentes se han vuelto dependientes, y el espíritu es totalmente libre; eso hay que asumirlo. Nos han enseñado a adorar imágenes en lugar de adorarnos a nosotros mismos y entre nosotros”

“¡La felicidad es tan sencilla!, consiste en respetar lo que somos, y somos tierra, cosmos y gran espíritu. Y cuando hablamos de la madre tierra, también hablamos de la mujer que debe ocupar su lugar como educadora”
“Después de los 65 años somos oro molido para la Humanidad”

Outras mensagens:
"1. El despertar femenino corresponde al corazón y afecta por igual a hombres y mujeres. Nacemos con 2 posibilidades, el amor y el miedo, y se trata de cambiar las emociones hacia al amor.

2. El cambio viene de la mano de las mujeres. Durante miles de años (supongo que se refiere a época pre-pratiarcado) la “mujer estaba considerada igual al hombre” y nunca se envenenó la Tierra, después ambas circunstancias cambiaron. El papel de la mujer es valorarse y honrarse a si misma, y enseñar a los hombres a amar y respetar la Tierra.

3. El sexo es sagrado y se está banalizando

4. Las personas mayores son “oro molido” para la sociedad y es una época ideal para compartir experiencias y sabiduría. Según los ciclos mayas de 13 años, a partir de los 52 años las personas se “abren a la maternidad-paternidad universal” y deben dejar el victimismo y decir “aquí estoy”

5. La muerte no existe sino que la conciencia/nuestra parte espiritual sobrevive a la encarnación física

6. Todos somos seres sagrados y debemos honrarnos a nosotros mismos

7. Nuestros pensamientos tienen el poder de crear nuestra realidad

8. La alegría es un ingrediente importante en la Vida. En el vídeo ella está cantando esta estrofa:
Soy el poder dentro de mi
Soy el Amor del Cielo y la Tierra
Soy el Gran Espíritu y soy eterno
Mi vida está llena de amor y alegría"


Abuela Margarita

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Atenção! sobre a Exibição do filme das 13 avós Nativas e roda de cantos no Rio de Janeiro
Pedimos desculpas mas informamos que a exibição do filme "Transformando oração em oração" no Rio de Janeiro, que visa arrecadar fundos para a vinda das 13 avós nativas no Brasil, estará acontecendo no dia 10/08/2011 as 20h (e não no dia 8 de agosto, como nas demais cidades). Peço a todos os colaboradores e amigos que divulguem esta mensagem e não deixem de comparecer e confirmar presença através do email ( shaktilalla@hotmail.com ) para que possamos ter certeza do número que pessoas que comparecerão.
(...)
Traga também algum lanche para ser compartilhado e seus instrumentos musicais,
Gratidão pela nossa rede de solidariedade,
unindo forças em prol da vinda das 13 avós nativas no Brasil (Brasília-outubro de 2011)
Marcela Zaroni
Guardiã do CSVF-RJ



Movendo energia para o encontro das 13 avós Internacionais no Brasil

Ação para promover e arrecadar fundos monetários para o encontro
“Voz das Avós das Quatro Direções do Planeta” em Brasília


Como parte do “A Voz das Avós: O ontem, o hoje e o amanha no fluir das águas” que reunirá o “Conselho Internacional das 13 Avós Nativas” em Brasília nos dias 21 a 24 de Outubro, na Unipaz/Brasília o Coletivo de Mulheres CCS (Clã Ciclos Sagrados) fará exibições sincrônicas e simultâneas no Brasil e em países da América Latina do filme "Transformando oração em ação"

A intenção da ação é arrecadar fundos monetários para financiar a vinda e hospedagem das Avós.

::QUANDO:: 10 de agosto, às 20hs:: no Rio de JaneiroDemais localidades: Dia 08 de agosto as 20hs

COMO: Mulheres (guardiãs) do “Círculo Sagrado de Visões Femininas” movimento de mulheres do ColetivoCCS, autorizadas a exibir o filme, farão sessões simultâneas e sincrônicas do filme, seguido sempre de roda de cantos, danças etc para ajudar a movimentar a energia financeira para o “Voz das Avós das Quatro Direções do Planeta”

Atenção!!!
Exibição do filme no Rio de janeiro:Rua Voluntários da Pátria, 371, sala:202 - Botafogo

 

::CONTRIBUIÇÃO:: Valor sugerido R$ 50,00
Os valores para as exibições do filme são simbólicas. Está atrelado ao valor a doação e a contribuição para o encontro de mensageiras da Paz que viajam o mundo usando suas imagens para criar junto a governantes locais ações em prol da Paz e para criação de politicas publicas de sustentabilidade para o meio ambiente, os povos indígenas, as mulheres e por uma economia justa.

Outros locais de exibição (acontecerão no dia 08/08)http://www.avozdasavos.org​/evento-ccs.html
http://circulosagradodevis​oesfemininas.blogspot.com/

São Paulo: Será a cidade centro desta ação. Além da exibição do filme, contaremos com a presença de Maria Alice (membro do Conselho Internacional das 13 Avós Nativas) que falará das ações do Conselho. Após a exibição do filme teremos roda de cantos.
Endereço SP Naradeva Shala - Rua Coriolano, 169/171, Pompéia.

Demais LugaresRio de Janeiro, Pelotas/RS, Curitiba/PR, Maricá/RJ, Aracajú/SE, Porto Alegre/RS, Goiania/GO, Rosário/Argentina, Santiago/Chile.
Divulgaremos os endereços em breve. Acesse o site para saber os endereços dos locais de exibição. (
http://circulosagradodevis​oesfemininas.blogspot.com/)

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Sobre o “A Voz das Avós: O ontem, o hoje e o amanha no fluir das águas” do “Conselho Internacional das 13 Avós Nativas”.

 
A proposta: Pretende-se que as diversas expressões culturais do nosso país possam participar do evento A Voz das Avós, em diálogo direto com as tradições ancestrais do mundo que estão representadas no Conselho Internacional das 13 Avós Nativas. Dessa forma, a ideia é constituir também um grupo de 13 Avós Nativas brasileiras. Para formar este grupo, o projeto irá realizar oficinas regionais, buscando reunir anciãs reconhecidamente vinculadas às práticas tradicionais e promover uma reflexão sobre seu papel na sociedade e como seus saberes tradicionais podem contribuir para as soluções emergenciais globais e locais. A proposta é que estas reuniões aconteçam com grupos já mobilizados em torno da expressão do feminino tradicional, como grupos e associações de parteiras, rezadeiras, erveiras, educadoras, extrativistas, indígenas, afrodescendentes, ribeirinhas, entre outras expressões dos povos e populações tradicionais do Brasil.

Sobre o Evento: Será realizado na Universidade da Paz - Unipaz, em Brasília, um ponto de convergência geográfica e política do nosso país, de 21 a 24 de outubro de 2011. A proposta é que o evento reúna um público estimado em 500 pessoas, durante quatro dias. Pretende-se que o evento tenha entrada franca no sentido de garantir a presença de todas as camadas sociais, e especialmente dos jovens. O evento terá a água e o tempo como um tema transversal - considerando seu valor nas culturas tradicionais e o desafio atual da humanidade em relação à sua conservação. Além de promover um rico diálogo entre as diversas tradições, a proposta é que este propicie reflexões que possam servir como fontes de inspiração para ações e politicas direcionadas à conservação do meio ambiente e especificamente da Água, e o fortalecimento e a transmissão dos saberes tradicionais


Palavras de Maria Alice para a açãohttp://www.avozdasavos.org​/evento-ccs.html
"Queridas irmãs, mulheres de ação,
É com alegria que venho apresentar a vocês estas informações sobre o X Encontro do Conselho Internacional das Treze avós Nativas que este ano vai acontecer nas terras do Sul, no domínio do Condor e estamos esperando que fortaleça o cumprimento da profecia da sagrada aliança da Águia e do Condor, que significará a garantia da Nova Era. Isto já está se desenhando como um chamado forte aqui na América do Sul, pois temos recebido anúncio de vários países, irmãs querendo chegar no Encontro.
No dia 8 de agosto, estaremos realizando em São Paulo uma exposição de um filme sobre este movimento e estaremos também arrecadando fundos para ajudar nesta grande realização. A Sabrina Alves, do Clã dos Círculos Sagrados, São Paulo, Brasil, é quem está responsável por esta produção com os vários círculos de mulheres que estão articulados com ela. Tem o meu total apoio e interesse. Agradeço de coração às que puderem entrar na corrente."
www.avozdasavos.org

PARA DOAÇÕES IMEDIATAS:
Conta para depósito: Banco do Brasil (001)
Ag: 2863-0
Conta: 411.472-8
Instituto Empreender
CNPJ: 03.666.886/0001-03
http://www.avozdasavos.org/juntese-doacoes.html
Conselho Internacional das 13 Avós Nativaswww.avozdasavos.org

Organização da ação
Coletivo CCS (Clã Ciclos Sagrados)
www.cladosciclossagrados.c​om
e
Círculo Sagrado de Visões Femininas
http://circulosagradodevis​oesfemininas.blogspot.com/
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