.:: Êxtase da Deusa ::.

Memorial

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"Michel Odent é daqueles obstetras raros hoje em dia. Daqueles à moda antiga, que defende com unhas e dentes a “mamiferização” do parto, termo que ele usa para chamar o conjunto de ações que fazem com que o nascimento respeite as condições inatas da mulher.

Ele, médico francês, que já publicou 12 livros, traduzidos para 22 línguas, ficou conhecido por introduzir no hospital de Pithiviers, na França, o conceito da casa como sala de parto e da utilização das piscinas de parto.

Ele diz que a tecnologia é aliada da medicina, mas faz com que alguns instintos sejam deixados de lado. Para ele, o aparato tecnológico está tornando os partos menos eficazes.
Quanto mais máquinas, especialistas por perto e iluminação, menor a segurança da mulher no momento em que ela precisa estar tranquila para dar à luz, diz Odent. O bebê deveria ficar com a mãe assim que nasce e ser amamentado na primeira hora de vida. Sempre lembrando que somos animais, o obstetra fala sobre a fisiologia do parto, sobre os hormônios e substâncias ligadas ao nascimento e ao medo, que podem causar dor.

Essas informações foram retiradas do site do jornal Gazeta do Povo, para o qual Michel Odent concedeu uma entrevista, quando esteve em Curitiba, no fim de abril, para participar de um congresso.


No Brasil, preconiza-se o parto humanizado que, além de prever a presença do pai ou acompanhante na sala, propõe que o bebê fique no quarto com a mãe logo depois do nascimento. O que o senhor considera parto humanizado?

Entendo o parto humanizado de uma maneira diferente. É preciso redescobrir o nascimento, libertar-se de tudo quanto é crença e ritual milenar ou cultural, eliminando o que é especificamente humano. A começar pela linguagem, que é o método humano de comunicação. É preciso satisfazer as necessidades universais específicas de mamíferos, como, por exemplo, ter segurança. Na floresta, se uma fêmea está para ter um filhote e percebe que há um predador por perto, vai liberar adrenalina, essencial em uma situação de emergência na necessidade de partir para a luta. Essa adrenalina vai bloquear o parto, postergar o nascimento. A segurança é uma necessidade básica para qualquer mamífero. Outra necessidade básica é não se sentir observado. Então, mais do que humanizar o parto, é preciso “mamiferizar” o nascimento e por isso essa expressão parto humanizado não tem o mesmo significado para mim. Humanizar é usar um número grande de ferramentas, é a cesária.

O Brasil é considerado um dos campeões em números de cesárias. O senhor acha que isso é uma consequência cultural ou uma escolha médica?
O Brasil não é exatamente o campeão em número de cesárias. Encontramos número elevado em todos os países onde existe um grande número de médicos obstetras e nos quais as parteiras desapareceram. Acontece em todas as grandes cidades da América Latina, chinesas, indianas, coreanas, iranianas, ou em qualquer parte do mundo onde o número de médicos especialistas é grande.

Na sua opinião, qual é o principal argumento para convencer as brasileiras de que o parto normal é melhor do que a cesária?
Não sei se o objetivo é convencer. Não gosto de usar essa palavra porque o que busco é compreender qual a necessidade básica da mulher. Tive a oportunidade de conversar com estudantes do Rio de Janeiro, adolescentes, e elas afirmaram que gostariam de ter parto normal. Então, creio que o obstáculo está em entender a necessidade das mulheres.


O medo da dor no parto e as facilidades de equipamentos encontradas hoje nos hospitais faz com que muitas mulheres, principalmente das classes média e alta, optem pelo parto cesáreo. O que diria a elas?
Quanto mais difícil é o parto, maior a dor. É preciso aprender a ter partos fáceis. Quando são fáceis, o sistema fisiológico protege a mulher da dor porque o nascimento é eficaz. É o parto que libera uma boa quantidade de endorfina pelo cérebro, assim como a ocitocina, fazendo com que a dor fique de lado. Ou pelo menos ela não é tão percebida. Quando existe esse equilíbrio, mesmo que haja dor, as mulheres a esquecem logo em seguida ao parto, ao contrário de quando há uma quantidade desequilibrada desses hormônios, quando há presença da adrenalina. Para que esse parto mais tranquilo aconteça, é preciso que o ambiente seja propício. O que aprendi em 50 anos acompanhando partos, seja em casa ou no hospital, é que o ambiente facilita o procedimento e reduz a dor. Esse ambiente deve ser silencioso, sem tanta gente em volta observando, sem tanta luz. Quanto mais simples, mais eficaz é o parto. Para isso é preciso compreender a fisiologia do parto e redescobrir o que é mais simples.

Recentemente, a modelo Brasileira Gisele Bündchen teve um parto em casa, em uma banheira, o que despertou curiosidade sobre esse modelo de parto. Está se tornando comum? Quais as condições para esse tipo de parto, em casa?
A mulher que vai ter o bebê necessita se sentir segura e para isso não há uma regra para todas. Ela pode se sentir segura em casa, com uma parteira, ou perto de máquinas. São mulheres diferentes, mas que têm a mesma necessidade de segurança. Hoje o parto domiciliar é possível em uma sociedade urbana na qual as mulheres vivem perto dos melhores hospitais. O ideal seria combinar o que há de bom em casa com o que há de bom no hospital. "

Imagem: Ivonaldo Alexandre/Gazeta do Povo.

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MULUC8

LUNA LLENA DE MARZO
 
CONVOCATORIA A TODOS LOS CÍRCULOS DE MUJERES

Queridas hermanas:
 
Mañana, sábado 19 de Marzo, es luna llena. Algunas la celebraremos en círculo de mujeres y
otras no, pero todas seremos conscientes de la plenitud de la Luna.
 
Os escribo para rogaros una acción conjunta, dada la extrema gravedad de los momentos
que estamos viviendo. Unamos nuestros corazones, como madres del mundo que somos,
para velar por el futuro de la Tierra y de las 7 próximas generaciones.
 
El concepto “Por las 7 próximas generaciones”, -que hemos aprendido del Consejo de las
13 Abuelas Indígenas-, fue tomado de la antigua confederación iroquesa, que reunía
varias tribus del territorio que hoy es Nueva York. Esta confederación contaba, entre
otros, con un consejo dedicado a velar por las 7 generaciones futuras.
 
7 generaciones representan 150 años y el pueblo iroqués consideraba que cualquier
acto que como nación emprendieran o rehusaran realizar, tendría poderosas repercusiones
en los 150 años siguientes. Este concepto, realidad natural, sigue vigente y debe ser recordado
por todos y todas.
 
En estos momentos de gravedad todas y todos debemos reafirmar el compromiso con nuestros
niños y niñas, así como con el futuro que estamos forjándoles. Algo muy grande debe
cambiar en la familia humana, y el momento ha llegado. 
 
Hoy la Madre Oceánica y la Madre Subterránea hablan fuerte para quienes tengan oídos para oír.
 
Hoy las centrales nucleares se resquebrajan y en la televisión suena la palabra “Apocalipsis”,
mientras en Libia puede gestarse esta noche una guerra en el Mediterráneo.
 
Hoy el mundo llora por Japón mientras el pueblo nipón permanece en su centro. ¡Qué gran
lección para la humanidad! ¡Qué gran demostración de lo que significa estar centrado!
Me pongo de pié para decir: ¡Aho por el pueblo nipón!
 
Dediquemos esta Luna Llena, hermanas, a unir nuestras fuerzas para multiplicar la Energía Femenina
que da vida, nutre, sustenta, protege, abriga, vela y defiende.
 
Dediquemos esta noche a la Gran Madre Oceánica, tan antigua y poderosa.
 
RESPIRACIÓN OCEÁNICA
Podéis practicar durante un rato la Respiración Oceánica , sintiendo el flujo y el reflujo del
sonido de las olas que nuestra respiración contiene cuando la escuchamos.
 
Es una gran manera de invocar a la Madre Oceánica. Hay que respirar con suavidad y profundamente
dejando brotar el sonido detrás de la nariz y arriba de la garganta.
 
Es importante aplacar a la Madre Oceánica que con la Luna Llena cobra mayor fuerza.
Respirándola podemos conectar con ella y enviarle suavidad desde nuestra respiración,
amor desde nuestros corazones y centramiento desde nuestros vientres.
 
OFRENDAS
Hacedle ofrendas a la Madre Oceánica. En Barcelona haremos un mandala de conchas
sobre una tela. Para la luna de marzo del año pasado también lo hicimos, el día que Chile había
sufrido el tsunami.
 
Si no tenéis caracoles, podéis poner un bol grande o una palangana grande, con agua
y sal. Podéis cantarle al agua marina y decirle palabras de amor, belleza y paz.
 
Las que puedan ir al mar que le lleven flores y le hablen con amor, que se disculpen en nombre de
los que no la respetan.
 
MEDITACION
Imaginemos el planeta en el centro del círculo, con Japón a la vista, e irradiemos FUERZA
DE VIDA desde nuestros poderosos vientres femeninos. Visualicemos la radiación saliendo
por las centrales de Fukuyima, y con esa FUERZA DE VIDA transmutemos  la radiación en
conciencia para toda la familia humana.
 
Imaginemos al pueblo de Japón rebosante de Amor, Paz y Serenidad. Enviémosle nuestro
Agradecimiento por este sacrificio que despertará tanta conciencia.
 
Demos las gracias por todo lo que tenemos en nuestra vida.
 
HORA
En España las mujeres de Arboleda de Gaia nos unimos ,-cada una desde su lugar-, para orar
por la situación todos los días a las 20 hr. Podéis sumaros a nuestra iniciativa.
 
Hermanas, todas somos necesarias en estas oraciones, todas estamos siendo interpeladas
por la Tierra.
 
Nos vemos mañana, en la Luna Llena , cada una en su tierra y todas unidas en un mismo propósito:
 
Por la Madre Tierra y Por la familia humana
Por las 7 generaciones futuras
Por el despertar de todas las consciencias
 
Marianna
Barcelona, 18 de Marzo de 2011
www.consejonternacional13abuelas.blogspot.com
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ELIANE POTIGUARA: PODER DE MULHER PELA CRIAÇÃO !: "No dia Internacional da mulher, vamos presentear a Humanidade, com um MUIRAQUITÃ, um amuleto verde de proteção à vida eterna da alma humana, aquela que faz algo pelo bem caminhar dos seres humanos!

Mulheres! Não percamos nossas almas! A criação é o nosso poder: Escreva, dance, componha, plante, ame, ore, estude, pinte, cozinhe, capine, palestre, espiritualize-se, defenda a Terra, cuide-se, cuide dos animais, crianças, velhos e velhas, acaricie o mundo, beije as cicatrizes do mundo, cultive relações, cultive os amigos, cultive a família, enfim
..." Leia mais no site da escritora Eliane Potiguara.
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Compartilhando esta linda canção...do nosso amado Milton Nascimento...


Benke
Milton Nascimento
Composição: Milton Nascimento e Márcio Borges

"Beija-flor me chamou: olha
Lua branca chegou na hora
O Beija-Mar me deu prova:
Uma estrela bem nova
Na luminária da mata
Força que vem e renova

Beija-Flor de amor me leva
Como o vento levou a folha

Minha Mamãe soberana
Minha Floresta de jóia
Tu que dás brilho na sombra
Brilhas também lá na praia

Beija-Flor me mandou embora
Trabalhar e abrir os olhos

Estrela d’Água me molha
Tudo que ama e chora
Some na curva do rio
Tudo é dentro e fora
Minha Floresta de jóia

Tem a água
tem a água
tem aquela imensidão
tem sombra da Floresta
tem a luz do coração
Bem-querer!!!"



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Círculo Sagrado de Visões Femininas  
lua nova de março
MARÇO: 04, SEXTA-FEIRA - 20HS

::Público: Mulheres de todas as idades até ao pulsar livre de coração.
 ::O que Levar? Pedimos que sempre levem algo para compartilhar (alimentos ou bebidas, VEGetarianos de preferência). Tragam seus oráculos e instrumentos (maracá, tambor, flauta, etc) e um objeto sagrado que simbolize sua conexão com a energia feminina.
:: Contribuição:R$ 10,00


Guardiã do círculo no Rio de Janeiro:
Marcela (Shakti Lalla)   (21) 85301340      
 shaktilalla@hotmail.com
 
Local: Espaço Mahayogini
 (R.Voluntários da Pátria, 371, sala:202 - Botafogo)

::Procure a cidade mais próxima de você::

 O QUE É O CÍRCULO SAGRADO DE VISÕES FEMININAS
http://circulosagradodevisoesfemininas.blogspot.com/

"Simultaneamente, mulheres de diversos estados brasileiros e países de língua espânica e portuguesa, reúnem-se em círculos de iguais e ecumênicos, sempre ao PRIMEIRO dia de Lua Nova para celebrar, fortalecer, expressar plenamente suas formas, curar seus ciclos hormonais e regular sua menstruação/fertilidade pelo Círculo Sagrado de Visões Femininas. Este trabalho apesar de inicialmente ter sido ancorado pelo projeto CLÃ DOS CICLOS SAGRADOS, sob à coordenação de Sabrina Alves em São Paulo , expande suas teias em forma de gratidão e comunhão à Grande Mãe orientando outras mulheres de forma gratuita de outros estados do Brasil e países de lingua espanhola e portuguesa a canalizarem esta energia pelo poder da união e da sincronicidade.

Conecta outras mulheres para trazerem, em forma de ação, esta energia de UNIÃO entre nós e as forças universais de purificação expressas pela LUA NOVA. Uma experiência de resgate simbólico da energia ancestral coletiva feminina onde mulheres em meio a agitação das cidades, guiadas por suas próprias crenças, perpetuam sua linhagem feminina por meio da sacralidade de seus corpos.


Nosso momento é agora, junte-se a nós nessa RED-Revolução!


Está Feito! Com amor Sabrina Alves* " *Coordenadora do Projeto Círculo Sagrado de Visões femininas




AGENDA - 2011 * Toda primeira lua nova do mês

MARÇO: 04, SEXTA-FEIRA (VIERNES), AS 20HS
ABRIL: 03, DOMINGO, AS 18HS
MAIO: 03, TERÇA-FEIRA (MARTES), AS 20HS
JUNHO: 01, QUARTA-FEIRA (MIÉRCOLES), AS 20HS
JULHO: 01, SEXTA-FEIRA (VIÉRNES), AS 20HS.

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