.:: Êxtase da Deusa ::.

Memorial

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Oração da Mulher Sagrada

"Sagrada Força Feminina te saúdo e sinto tua presença se manifestando em meu Ser

... Através de meus pensamentos, palavras e ações

Deixo que a Divina Presença da Mãe Cósmica me oriente com sua infinita sabedoria

Ela está chegando, sinto sua Dança!

Ela está falando, ouço sua canção de Amor!

Ela está dentro e fora nas coisas mais simples e por isso perfeitas

E seu templo sagrado é meu corpo de Mulher

Seu pensamento agora é meu pensamento

E só penso em Amor, Só sinto Amor , E só vejo Amor

O mundo que percebo é fruto da minha percepção de Amor

E assim crio a minha realidade

Abençôo meu dia e honro minha Deusa de mil nomes

E assim crio a magia que me ilumina e protege

Saúdo a noite e honro minha Mãe Lua, suas sagradas fases comandam meu corpo de mulher

E assim me preservo saudável e com meus ciclos femininos em perfeita harmonia.

Saúdo a Incognoscível, e assim honro e preservo meu poder oculto.

Saúdo as Forças da Natureza para que a Mãe Terra me proteja

E me oriente no Norte, no Sul, no Leste e no Oeste.

Honro a terra onde piso, a água que bebo e o meu alimento,

Pois sei que tudo que fizer a esta Terra voltará para mim e para meus descendentes.

E assim me conecto ao coração de Gaia e a sua proteção maternal.

A Deusa cuida do meu corpo e da minha alma

E assim estou em perfeita sincronia com o Universo

Do meu coração flui seus ensinamentos, suas palavras de sabedoria e sua força infinita

E assim realizo minha divindade humana

Em minha alma o Sagrado Feminino e o Sagrado Masculino se uniram em Amor e Êxtase

E assim descobri o equilíbrio onde o ser humano deve estar

Todo o Amor que nutre minha existência vem da Fonte Divina

Por isso não preciso que nenhum ser humano o faça por mim

A Deusa abençoa meu corpo com seus sagrados encantos

E assim a beleza da minha Alma se reflete em meu corpo feminino

Da minha mente fluem os pensamentos e a criatividade

que fazem minha existência ser especial e singular

E assim realizo minha vocação maior

Preservo meu coração limpo e leve como uma pena


E assim me permito ser livre e feliz para sempre

E que Assim Seja, porque Assim É"
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Círculo de Mistérios Femeninos
Rito da lua nova de novembro/2011

Guardiãs da lunação de novembro: 
Alex Godinho e Marianne Muniz


Coordenação: Marcela Zaroni (Shakti Lalla)
shaktilalla@hotmail.com


Informações sobre local:
espacomulherancestral@gmail.com



Mais informações, clique na imagem para ampliá-la.


Faça parte do nosso grupo no FACEBOOK:
http://www.facebook.com/groups/294898103855879/
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Quando Clarissa Pinkola Éstés lançou o seu uivo em forma de um livro de quase 500 páginas, talvez não imaginasse o quanto sua mensagem viria a se disseminar pelo mundo, tocando nas profundezas do imaginário feminino, acordando a matilha, despertando gerações e mais gerações de mulheres que se re-descobriram no arquétipo da mulher selvagem.

Muitas das mulheres que hoje se reunem em torno do movimento de espiritualidade da Deusa, na busca do Sagrado Feminino, em círculos de mulheres, em rodas de contação de histórias, grupos de estudos, arteterapeuticos, manifestações artísticas, foram profundamente tocadas e inspiradas pelas lendas, histórias e interpretações junguianas desta autora, que, podemos e devemos reconhecer, construiu uma verdadeira escola.

"Mulheres que correm com os lobos", é um livro que é mais do que um conjunto de artigos e temas reunidos, é mais do que uma interpretação da teoria junguiana dos arquétipos, é uma verdadeira medicina...no sentido mais "xamânico" que podemos dar a este termo.

Ao ser tocada por suas histórias, uma mulher (ou um homem, por que não? já conheci alguns que se permitiram isso de uma forma muito bela) é capaz de se libertar de uma relação ou situação opressora, capaz de recriar a sua própria vida, dar corpo a sua arte, repensar sua trajetória, permitir-se amar, morrer e renascer em vida, se curar.

É um livro que nos remete ao pertencimento. A necessidade de encontrarmos nosso clã, de celebrarmos em irmandade, de partilharmos sua leitura e interpretação, de transbordarmos a mera relação de expectadores-leitores, nos tornarmos agentes de nossas próprias mudanças e da mudança do mundo.

É também um caminho certeiro para o encontro de nosso poder pessoal, no reconhecimento de nossas dores, cicatrizes, experiências, como parte do que somos, como a trajetória que devemos honrar e ensinar.

Chegar a sua leitura, vem por um chamado. Endender suas histórias, vem pelo reconhecimento da nossa própria experiência. Este definitivamente é um livro que surge para aquela/le que está pronto/precisando lê-lo. É um livro que transita pelo universo das sincronias.

É com ele, que estamos reescrevendo parte da nova história das mulheres.  Esse algo mais próximo do que realmente somos. Mulheres ( também ou quase sempre, mesmo que a espreita) selvagens.

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Flores, irmãs e amigas do Círculo Sagrado de Visões Femininas do Rio de Janeiro,

 

“Círculos de Mulheres podem ser vistos como um movimento evolucionário e revolucionário que está escondido por trás de uma imagem aparente: 
parece ser apenas um grupo de mulheres reunidas, mas cada mulher e cada Círculo está contribuindo para algo muito maior.” 

Jean Shinoda Bolen, “O Milionésimo Círculo” 

Este mês foi marcado por muitos acontecimentos e ventos de mudança. O Encontro das guardiãs do CSVF, deste ano, foi um momento reflexivo e de importantes decisões para os rumos de nossa Rede. A principal delas, a constatação de que a rede Círculo Sagrado de Visões Femininas chegou ao seu fim. 

Pela natureza da vida-morte-vida que rege nossos ciclos femininos, a Mãe-Terra e a Avó-lua, alguns dos círculos desta antiga rede irão continuar existindo, porém de forma autônoma e livre. 

E por `re-conhecer` o fluxo criativo dos acontecimentos, é que informo a vocês, com alegria no coração, de que nosso Círculo de Mulheres no Rio de Janeiro, continuará girando, nascendo e re-nascendo nas próximas luas novas.

E é com imenso amor por esse nosso espaço mítico de crescimento e partilha, que apresento a vocês o novo nome do nosso grupo: "Círculo de Mistérios Femininos "

Neste círculo de outubro, iremos honrar a energia que nos acompanhou desde a primavera de 2009, e plantar as sementes da nossa nova história. Será MUITO importante ter a presença de cada uma de vocês, mulheres, que nos acompanharam, que estiveram participando de cada parte desta trajetória, mesmo aquelas que como as marés, ressurgem depois de fluxos e refluxos, retornando para a celebrar o feminino e reafirmar o elo com nossa irmandade de mulheres.

Em breve, muito em breve, estarei mudando o nome de nossa comunidade no yahoogrupos. Também estaremos conversando e construindo, juntas, neste e nos próximos círculos, uma nova maneira de nos conectarmos e fluirmos juntas, circularmente.

Convido a todas, a participarem deste momento fecundo repleto de infinitas possibilidades. 

 Leiam, se possível o editorial deste mês, publicado na página da Rede e também ao final desta postagem,  escrito pela Coordenadora do Projeto do Círculo Sagrado de Visões Femininas, Sabrina Alves. É importante que cada uma de nós, possa entender o fundamento esta importante tomada de decisão.

http://circulosagradodevisoesfemininas.blogspot.com/


Gratidão a sagrada energia feminina que emana de todas vocês!

Aguardo vocês para esta próxima cerimônia de lua nova de outubro!

Dia 26/10/2011

as 20h - Espaço Mulher Ancestral

 (Botafogo-Rio de Janeiro)

Informações: espacomulherancestral@gmail.com
shaktilalla@hotmail.com


Marcela Zaroni
Espaço Cultural Mulher Ancestral
http://shaktilalla.blogspot.com/




Lua Nova: ULTIMO encontro da rede Círculo Sagrado de Visões Femininas


"Este projeto “Círculo Sagrado de Visões Femininas” sempre teve como maior intenção a liberdade das mulheres. Promover a livre expressão. Preencher o vazio comunitário social. Aliviar as dores por meio da partilha. Trazer o aprendizado pela experiência da outra, a cura de uma para todas por meio da partilha das experiências. Usar a sabedoria sapiencial do corpo (ou ciclos, menstruação, parto e menopausa) para estabelecer novas possibilidades de vivencias.

Teve inicio comigo, depois de experiências de muitos tipos de círculos, decidindo fazer encontros na Lua Nova sozinha em 2007, com o intuito primeiro de ajudar a melhorar o fluxo hormonal pela troca. Convidava outras mulheres para darem palestras sobre suas experiências em vários ramos. No parto, na economia, na dança, na arte...Tivemos mulheres com historias impressionantes.

Foi a partir desse sentir que percebi que as mulheres que estavam ali presentes a escutarem e a presenciar tais historias, fantásticas historias de mulheres e sua saga pela liberdade, sentiam-se alimentadas, nutridas e fortes para continuar na jornada da vida, optando por elas. E que isso deveria estar disponível para qualquer mulher. Qualquer. Como sempre foi. Embora silenciado por muitos anos, redesperto por grande mulheres no início da década de 70. Junto a descoberta de achados arqueológicos gradativamente essa possibilidade se tornava disponível.

Mas me incomodava principalmente, o fato de que o simples estava sendo enfumaçado. O simples da troca na diversidade no encontro de mulheres. Workshops, curso, aperfeiçoamentos, especializações surgiam com a promessa de ensinar as mulheres a estar em círculos, e/ou a ‘lidera-los’ (??). E ficava cada vez mais implícito que para estar em círculos você precisava ser guiada. E isso não parecia nem de longe a proposta da equidistância do centro.

Mas olhando para traz na historia das mulheres que levantaram as lembranças de estar em círculos na década de 70, eu não via isso.

Para quebrar o paradigma, descentralizar e colocar os círculos de forma concêntrica era a intenção.

Bom, tendo isso e como sempre fui uma pessoa que gostava de articular com outras pessoas pelo mundo e pelo Brasil, imediatamente me vieram as pessoas que poderiam estar comigo nesse inicio. Naquele primeiro círculo que configuraria uma rede. Ana Paula Andrade, Marcela Zaroni, Iony Ming, Jeruza e outras.... a partir daí a convocação das mulheres foi sendo feita pela inspiração que todas começaram a despertar em mulheres simples.

Percebi que deveria organizar de modo que a expansão se desse de forma que não houvesse dispersão. E que as sementes que estavam sendo plantadas pudessem vibrar de modo circular concêntrico. Ou seja, reverberando esfericamente. Para cima. Para Baixo. Para os lados. Para o centro. Tocando até mesmo quem não estivesse presente.

O que estava sendo plantando era a possibilidade de liberdade e de dialogo entre mulheres de diversas orientações religiosas, culturais, sexuais, econômicas. Um lugar para a nutrição da Rede-Revolução das mulheres.

E foi assim. Outras lindas mulheres chegaram. E nesse ir e vir, o mar em abundancia. E a cada estação novas surgiam. Outras iam. O fluxo e refluxo natural de tudo que é vivo.

A rede crescia. Chegamos ao numero de 25 mulheres e suas respectivas co-guardiãs. E cada vez mais mulheres entravam em contato. E o bonito de se ver eram mulheres que as vezes nem nunca se quer participaram de um círculo de mulheres sentiam que podia também fazer parte dessa rede.
Pelo simples fato de se identificar.

A orientação, gratuita, que dávamos era simples e junto a isso pedíamos que:
cuidassem para que a sua religião pessoal não fosse a cola; nem que trabalhos terapêuticos de grupos norteassem a intenção; nem que se colocassem como guias, líderes, pois eram somente mulheres que agregava outras. Bem simples.

Plantamos sementes. Semaduras de liberdade. Círculo livre.

Essa semente é a liberdade. Algo tão caro e que ainda precisamos reivindicar. Algo tão poético mas tão pouco declamado.
Algo tão falado mas tão pouco vivido.
E mulheres precisam dela. Move o sangue. Expande a alma.

E nesse movimento, mas uma vez libertário, com intenção prima de quebrar as amarras, A jornada do Círculo Sagrado de Visões Femininas em forma de rede chega ao fim.

O objetivo da rede foi atingido. Temos um sucesso espalhado em possibilidades de concretização de liberdade pelos quatro cantos da Terra.

Mulheres de diversos lugares do mundo sob varias circunstancias se sentem capazes de gestar círculos. De dar voz a outra irmã. De ouvir uma experiência e fazer uso dela. De criar vínculos de amor entre as mulheres.

Essa era a proposta do CSVF desde o inicio. Dizer as mulheres que qualquer uma, onde estivesse, independentemente de sua religião, orientação sexual ou poder aquisitivo e sem fazer curso ou Workshops algum poderia se quisesse sentar em círculo e com um sorriso no rosto ouvir e partilhar as experiências do legado do seu corpo.

O aprendizado da quebra de paradigma foi disposto. A cura foi atingida. O amor distribuído.

Sozinha podemos muito. Mas juntas sempre muito mais. Sentimos isso. Vivenciamos e aprendemos. Somos (todas as mulheres do mundo) as guardiãs da experiência sagrada de ser mulher independentemente de como escolheu vivenciar essa condição. Isso o que nos torna igual. Isso que nos torna singular.

Agora seremos o MEGA FONE da liberdade. Aos quatro cantos. Mundos. Vidas.

Faremos o ultimo encontro pela rede no dia 26 de outubro de 2011.

Este espaço será mantido como uma partilha, mais uma vez, do que foi vivenciado, aprendido e relembrado. Mas os encontros pelos CVSF não ocorrerão mais. Portanto, tanto o nome (Círculo Sagrado de Visões Femininas) e o logo ficaram salvaguardados SOMENTE nesse espaço coletivo.

E para essa Lua Nova a lembrança de que:
-->só você é sacerdotisa de você mesma;
-->Só você é a mestra de si mesma;
-->Só você é a sua própria medicina: libertação ou cura;
-->Só você pode se revelar o caminho
-->Nada nem ninguém está autorizado a te manipular
-->Nada nem ninguém está autorizado a te aprisionar;

fDDas mulheres (guardiãs) que ajudaram a construir esse rede, muitas permanecerão fazendo círculos na Lua Nova. Portanto busquem informações junto ao grupo que freqüentavam para outros detalhes.

Ainda em tempo, agradecemos especialmente por esse últimos meses, pela rede CSVF, mover energias para vinda do Conselho Internacional das 13 Avós Nativas em Brasília. E, nesse momento, o encontro com a ajuda de muitas outras pessoas flui como aguas serenas com vias de profundas transformações. Nosso muito obrigada.

Nos encontraremos

Sigamos conectad@s

Nós, mulheres, aqui e inteiras."

Sabrina Alves
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Meditação 11 de outubro - Décima Lua Jamie Samns  (do livro Earth Medicine)

Mexico: Teotihuacan,
Metepec, Goddess Holding
Flowering Branches.
AD. 650-750.

TECELAGEM DO SONHO


 
"Quando, no mistério,
Tecemos teias prateadas,
A vida torna-se o espelho
De sonhos que não se pode enganar?
E onde é que vamos carregar
Medos profundamente enterrados e dor,
Lembrando de deixá-los ir
Assim podemos amar de novo?
É algum lugar em nossa essência
Passamos a ter desejo de rotação,
Cada segmento criativo que nos leva,
De volta para casa, Para o coração novamente?
Despertai tecelões do mundo,
Nós estamos criando o sonho!
A Teia da Vida tem espaço para todos,
Dentro da Roda e seu esquema
Assim, tecem a teia da partilham,
De tudo o que já conhecemos;
Nosso sonho surge com carinho,
Através das sementes de amor das mais variadas formas. "


Fonte na web  e tradução: http://www.xamanismo.com.br/Universo/SubUniverso1193138775It007
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Círculo Sagrado de Visões Femininas
Cerimônia de lua nova de SETEMBRO
no Rio de Janeiro

"O que é?


Simultaneamente, mulheres de diversos estados brasileiros e países de lingua espanica e portuguesa, reúne-se em círculos de iguais e ecumênicos, sempre ao PRIMEIRO dia de Lua Nova para celebrar , fortalecer, expressar plenamente suas formas, curar seus ciclos hormonais e regular sua menstruação/fertilidade pelo Círculo Sagrado de Visões Femininas.

Este trabalho apesar de inicialmente ter sido ancorado pelo projeto CLA DOS CICLOS SAGRADOS, sob à coordenação de Sabrina Alves em São Paulo, desde 2007 expande suas teias em forma de gratidão e comunhão à Grande Mãe orientando outras mulheres de forma gratuita de outros estados do Brasil e países de lingua espanhola e portuguesa a canalizarem esta energia pelo poder da união e da sincronicidade desde a Primavera de 2009.

Conecta outras mulheres para trazerem, em forma de ação, esta energia de UNIÃO entre nós e as forças universais de purificação expressas pela LUA NOVA. Uma experiência de resgate simbólico da energia ancestral coletiva feminina onde mulheres em meio a agitação das cidades, guiadas por suas próprias crenças, perpetuam sua linhagem feminina por meio da sacralidade de seus corpos."
Venha celebrar e honrar a sagrada energia feminina!!!

Mulheres re-unidas em círculo na primeira
 noite de Lua Nova de SETEMBRO
dia 27, TERÇA-Feira, às 20hs!!

Informações:

Espaço Cultural mulher Ancestral (Botafogo-RJ)
(21)85301340


http://circulosagradodevisoesfemininas.blogspot.com/
Encontros simultâneos e sincrônicos!
Em

BRASIL

Rio Grande do Sul - Porto Alegre, São Leopoldo, Viamão, Imbé, Pelotas, Capão da Canoa. São Paulo - PERDIZES, Bauru, Ilha Bela, Boiçucanga, Vila Zelina, Barão Geraldo - Rio de Janeiro - Rio de Janeiro, Maricá. Goiania - Goiania Bahia - Salvador Espírito Santo - Vitória Paraná - Curitiba. Santa Catarina - Florianopólis Pernambuco - Recife Aracajú - Sergipe Ceará - Fortaleza.

MUNDO

Perú - Urubamba/Cusco
Portugal - Cintra e
Porto
Chile - Santiago
Argentina - Rosário

"Conectados pelo estilo de vida circula para REDE-Revolução em prol da Re-emêrgencia da Cultura da Mulher!" (Sabrina Alves)

Coordenação: Clã dos Ciclos Sagrados
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O título deste blog, o Êxtase da Deusa, é o reconhecimento do potencial sagrado e iluminador da capacidade criativa da Deusa, e nisso a sexualidade se inclui. Sexo é infinitamente mais (profundo) do que o que vem sendo ensinado e praticado, sob a sombra da indústria pornô que toma conta das mídias, em especial a Web.

Não se trata de puritanismo e sim de condicionamentos e formação de subjetividades, das noções naturalizadas e reproduzidas sobre o que é ser homem e mulher, sobre a sexualidade, sobre os modelos de beleza sexualmente desejáveis. (esta realidade....só não vê, quem não quer).

Dentre as poucas  matérias e pesquisas sobre o assunto na internet, encontro este excelente artigo , "O mito pornô"de Naomi Lobo (segue abaixo).

Também  aconselho a leitura deste, de Cindy Gallop:
http://noticias.bol.uol.com.br/entretenimento/2011/08/26/faca-amor-nao-faca-porno-por-um-mundo-com-sexo-sacana-e-prazeroso-mas-sem-fingimento-submissao-ou-violencia.jhtm

Fica também a dica  deste texto, escrito em forma de um manifesto-simbólico, pelo reconhecimento da dimensão sagrada do feminino/masculino no sexo, e na falta disso, suas consequências :
http://shaktilalla.blogspot.com/2010/06/mensagem-de-uma-mulher-como-outras.html

Finalizo este post com um trecho do maravilhoso livro da africana Sobonfú Somé, em " O Espírito da Intimidade", que nos ensina um pouco da sabedoria Dagara sobre a sexualidade e a intimidade e seu potencial inesgotável de cura:

"Se a pessoa não tiver alguma relação com o sagrado em si, não poderá vivenciar a sexualidade. É um conceito bem difícil de explicar, mas há uma conexão íntima entre sexo e o sagrado. Uma pessoa que é desperadamente atraída para a atividade sexual, é uma pessoa que está desesperadamente tentando entrar no mundo do espírito. Ela pensa que, quanto mais se envolver em atividades sexuais, mais se encontrará ou encontrará o espírito.
Mas isso nunca ocorre, porque a atividade é feita fora de um contexto sagrado. Entretanto, o desejo indica uma crença profunda em que algo maior está ali. Considero isso mais um sinal de que é impossível separar ou dessociar a nossa vida do sagrado.

Tomos temos algo em comum, que é o desejo da intimidade. A intimidade é sagrada. É por isso que acho que a cultura moderna, com sua propaganda do sexo,está anunciando seu desejo pelo sagrado, de forma equivocada. Se você acredita que todo mundo deseja algo sagrado, verá, por trás de um enorme cartaz com todo o tipo de imagens sexuais atraentes, uma psique procurando reconectar com algo que sabe que tem o poder de cura.
Então o que fazer no meio de tudo isso? Primento, é preciso ver a intimidade como um alinhamento entre o ser e o sagrado, olhar para a sua vida íntima como uma comunhão com o sagrado. Se compreender isso, verá, na prática da sexualidade, algo essencialmente ritualístico."


Boa leitura,
Shakti Lalla


O Mito Pornô


Autor:

21 de julho de 2011
The Moscow Times


"É difícil ignorar quantos homens de grande visibilidade nos últimos anos (na verdade, meses) têm se comportado de maneira sexualmente autodestrutiva. Alguns homens poderosos têm sido há muito tempo sexualmente vorazes. Ao contrário de hoje, porém, eles eram muito mais discretos e geralmente utilizavam critérios melhores, a fim de cobrir seus rastros.
Certamente, o aumento da capacidade tecnológica atual para expor o comportamento privado é parte da razão para esta mudança. Mas isso é precisamente o ponto. Muitos dos homens envolvidos em escândalos sexuais nos últimos tempos se auto-expuseram – em algumas vezes literalmente – através das mensagens de texto do próprio punho, no Twitter e outras mídias indiscretas.
O que está impulsionando essa tomada de decisão estranhamente desinibida? Poderia a ampla disponibilidade e consumo da pornografia nos últimos anos estar realmente religando o cérebro masculino, afetando o julgamento dos homens sobre sexo e levando-os a ter mais dificuldade em controlar seus impulsos?
Existe um crescente grupo de evidências científicas apoiando esta idéia. Há seis anos atrás, escrevi um ensaio chamado "O Mito Pornô", que apontava que os terapeutas e conselheiros sexuais estavam hilariamente ligando o aumento no consumo de pornografia entre homens jovens com o aumento da impotência entre a mesma população. Eles eram saudáveis ​​e não tinham nenhuma patologia orgânica ou psicológica que quebrasse a função sexual normal.
A hipótese entre os especialistas era de que a pornografia foi progressivamente insensibilizando sexualmente estes homens. De fato, a efetividade da grave pornografia em conseguir uma rápida insensibilização nos indivíduos, tornou sua presença frequente em treinamento de médicos e equipes militares para lidarem com situações muito chocantes ou sensíveis.
Sobre o efeito da insensibilização na maioria dos indivíduos do sexo masculino, os pesquisadores descobriram que eles rapidamente necessitavam níveis mais elevados de estímulos para atingirem o mesmo nível de excitação. Os especialistas que entrevistei na época estavam especulando que o uso do pornô estava insensibilizando jovens masculinos saudáveis ​​para o apelo erótico de seus próprios parceiros.
Desde então, tem-se acumulado uma grande quantidade de dados no sistema de recompensa do cérebro para explicar esta religação de forma mais concreta. Agora sabemos que a pornografia oferece recompensas para o cérebro masculino na forma de um impulso de dopamina de curta duração, que, por uma ou duas horas, eleva o humor dos homens fazendo-os, de uma maneira geral, sentir-se muito bem. O circuito neural é idêntico àqueles para outros provocadores viciosos, como jogos de azar ou a cocaína.
O potencial viciador também é idêntico: assim como jogadores e usuários de cocaína pode se tornar compulsivos, necessitando cada vez mais jogar ou “aspirar o pó” para ter o mesmo impulso da dopamina, desta mesma maneira os homens consumindo pornografia tornam-se viciados. Exatamente como esses provocadores de recompensa, depois que o estouro da dopamina se acaba, o consumidor sente uma decepção - irritação, angústia e ansiedade pela próxima reposição.
Este efeito da dopamina explica por que a pornografia tende a se tornar cada vez mais extrema ao longo do tempo. As imagens sexuais ordinárias eventualmente perdem o seu poder, levando os consumidores a necessitarem imagens que quebrem outros tabus de outras maneiras, para se sentirem bem. Além disso, alguns homens (e mulheres) possuem um "buraco de dopamina" - o sistema de recompensa de seus cérebros são menos eficientes, tornando-os mais susceptíveis a se tornarem viciados em pornografia ainda mais extrema com mais facilidade.
Como acontece com qualquer vício, é muito difícil, por razões neuroquímicas, para um viciado parar de fazer as coisas - mesmo sendo coisas muito autodestrutivas - que lhe permitem obter a próxima dose de dopamina. Poderia isto ser porque os homens que no passado conseguiam retardar seus passos que os conduziriam aos casos atrás de portas fechadas, agora não mais resistem ao impulso de enviar uma mensagem de texto auto incriminatória? Em caso afirmativo, tais homens não poderiam ser demônios ou nulidades morais, mas sim viciados que já não estão mais no controle total de si mesmo.
Isso não quer dizer que eles não tenham que ser responsáveis ​​por seu comportamento. Mas eu diria que é um tipo diferente de responsabilidade - a responsabilidade de compreender o potencial poderosamente viciador do uso da pornografia e de procurar aconselhamento e medicação, se o vício começa a afetar o cônjuge, a vida familiar, profissional ou julgamento.
Por agora, só há um modelo eficaz e detalhado para recuperar os homens pornô-viciados e restaurá-los a um estado mental mais equilibrado, diminuindo a dependência às suas compulsões: A compreensão de como a pornografia afeta o cérebro e causa estragos na virilidade masculina permitindo que as pessoas façam escolhas melhor informadas, em um mundo que se tornou mais e mais gravemente viciado.
Naomi Wolf é uma ativista política e crítica social, seu mais recente livro é "Give Me Liberty: Um Manual para os revolucionários americanos" © Project Syndicate
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Círculo Sagrado de Visões Femininas
Cerimônia de lua nova de AGOSTO
no Rio de Janeiro

"O que é?


Simultaneamente, mulheres de diversos estados brasileiros e países de lingua espanica e portuguesa, reúne-se em círculos de iguais e ecumênicos, sempre ao PRIMEIRO dia de Lua Nova para celebrar , fortalecer, expressar plenamente suas formas, curar seus ciclos hormonais e regular sua menstruação/fertilidade pelo Círculo Sagrado de Visões Femininas.

Este trabalho apesar de inicialmente ter sido ancorado pelo projeto CLA DOS CICLOS SAGRADOS, sob à coordenação de Sabrina Alves em São Paulo, desde 2007 expande suas teias em forma de gratidão e comunhão à Grande Mãe orientando outras mulheres de forma gratuita de outros estados do Brasil e países de lingua espanhola e portuguesa a canalizarem esta energia pelo poder da união e da sincronicidade desde a Primavera de 2009.

Conecta outras mulheres para trazerem, em forma de ação, esta energia de UNIÃO entre nós e as forças universais de purificação expressas pela LUA NOVA. Uma experiência de resgate simbólico da energia ancestral coletiva feminina onde mulheres em meio a agitação das cidades, guiadas por suas próprias crenças, perpetuam sua linhagem feminina por meio da sacralidade de seus corpos."
Venha celebrar e honrar a sagrada energia feminina!!!

Mulheres re-unidas em círculo na primeira
 noite de Lua Nova de AGOSTO
dia 29, SEGUNDA-Feira, às 20hs!!

Informações:

Espaço Cultural mulher Ancestral (Botafogo-RJ)
(21)85301340


http://circulosagradodevisoesfemininas.blogspot.com/
Encontros simultâneos e sincrônicos!
Em

BRASIL

Rio Grande do Sul - Porto Alegre, São Leopoldo, Viamão, Imbé, Pelotas, Capão da Canoa. São Paulo - PERDIZES, Bauru, Ilha Bela, Boiçucanga, Vila Zelina, Barão Geraldo - Rio de Janeiro - Rio de Janeiro, Maricá. Goiania - Goiania Bahia - Salvador Espírito Santo - Vitória Paraná - Curitiba. Santa Catarina - Florianopólis Pernambuco - Recife Aracajú - Sergipe Ceará - Fortaleza.

MUNDO

Perú - Urubamba/Cusco
Portugal - Cintra e
Porto
Chile - Santiago
Argentina - Rosário

"Conectados pelo estilo de vida circula para REDE-Revolução em prol da Re-emêrgencia da Cultura da Mulher!" (Sabrina Alves)

Coordenação: Clã dos Ciclos Sagrados


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Deus bíblico pode ter tido uma esposa, afirmam pesquisadores

Inscrições indicariam que Javé teria tido como companheira a deusa da fertilidade Asherah. Tese é polêmica; outros especialistas dizem que Deus só 'absorveu' atributos da deusa.

Por Reinaldo José Lopes Do G1, em São Paulo
Fonte: Site G1 do Globo

Foto: asImagem de mulher grávida
escavada em antigo assentamento israelita:
seria uma representação da Asherah,
(Foto: Reprodução)

"Será que uma deusa pagã, atacada na Bíblia como uma das maiores inimigas do culto ao Deus verdadeiro, poderia ser, na verdade, a esposa Dele? De forma bastante simplificada, esse é um dos principais debates que dividem os historiadores da religião do antigo Israel nos últimos tempos. Inscrições misteriosas, pequenas estatuetas de cerâmica e o próprio texto da Bíblia indicariam que a deusa em questão, conhecida como Asherah, não teria sido adorada como rival de Javé, o Deus judaico-cristão, mas sim como sua companheira.

Leia mais reportagens da série "Ciência da Fé"

Isso, é claro, para um dos lados do debate. Para outros pesquisadores, os símbolos da deusa Asherah (cujo nome às vezes é aportuguesado como "Asserá") teriam sido simplesmente "incorporados" pelo culto de Javé, sem que a deusa fosse adorada como entidade distinta pelos antigos israelitas. A ambigüidade é, em parte, lingüística: embora Asherah fosse o nome de uma deusa dos cananeus (habitantes pagãos da Palestina), a palavra também é um substantivo comum, "asherah", que designa um poste de madeira usado para cerimônias religiosas.

"As posições estão bem marcadas: uns acreditam que se trata de um símbolo cúltico, outros já assumem que se trata de uma deusa. No entanto, uma coisa não necessariamente exclui a outra, porque o poste também simbolizava a deusa, de forma que uma referência a ele sugere o culto a Asherah", diz Osvaldo Luiz Ribeiro, doutorando em teologia bíblica da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).

  Menções numerosas
"Na Bíblia hebraica existem mais de 40 referências a Asherah e ao seu símbolo, inclusive demonstrando a sua presença dentro do Templo de Jerusalém, o Templo de Javé", conta Ana Luisa Alves Cordeiro, mestranda em ciências da religião na Universidade Católica de Goiás. Nessas referências, a deusa é sempre retratada como uma influência religiosa negativa dos povos vizinhos sobre os israelitas, competindo com o culto do verdadeiro Deus. Cordeiro está estudando o impacto da reforma religiosa liderada por Josias, rei de Judá (o reino israelita do sul), por volta do ano 620 a.C., na qual o símbolo da deusa teria sido arrancado do Templo e queimado.

No entanto, o culto a Asherah parece ter sido mais importante fora de Jerusalém, nos chamados "lugares altos", afirma a pesquisadora. Em tais locais, o poste de madeira era substituído por árvores vivas como símbolo da deusa. "Eram santuários ao ar livre, nos topos das montanhas. Isso evidencia uma profunda ligação com a natureza", diz Cordeiro. O culto a Asherah seria uma forma de reverenciar a fertilidade feminina e o papel da mulher como doadora ou mantenedora da vida. "E a árvore é o símbolo dessa abundância", avalia a pesquisadora.

Durante muito tempo, esse tipo de culto foi considerado uma influência religiosa estrangeira sobre o povo de Israel, conforme o que dizia a Bíblia. Mas o consenso atual é que os israelitas não tiveram uma origem separada dos cananeus, seus vizinhos pagãos. A maior parte dos habitantes de Judá e Israel (nome um tanto confuso do reino israelita do norte) parecem ter sido um grupo de origem majoritariamente cananéia que foi assumindo uma entidade cultural distinta aos poucos. E, entre os cananeus, Asherah era a esposa de El, o soberano dos deuses -- mais ou menos como Zeus, na mitologia grega, tinha sua mulher divina, a deusa Hera.

  Evidência direta?
É aqui que a arqueologia traz dados surpreendentes sobre a questão. O sítio arqueológico mais importante para o debate sobre Asherah talvez seja o de Kuntillet Ajrud, localizado no Sinai egípcio, perto da fronteira com Israel. O lugar parece ter sido uma espécie de "pit stop" de caravanas no deserto, e também ter abrigado um antigo santuário.

Foto: as
Inscrição em hebraico do ano 800 a.C. no alto pede benção de "Javé de Samaria e sua Asherah". Casal abaixo do texto, com aspecto bovino, poderia retratar o deus e sua esposa, segundo alguns especialistas (Foto: Reprodução)

Inscrições e desenhos em fragmentos de cerâmica de Kuntillet Ajrud revelam frases, datadas em torno do ano 800 a.C., pedindo a benção de "Javé de Samaria [capital do reino israelita do norte] e sua Asherah" e "Javé de Teiman e sua Asherah". No caso da primeira frase, há um desenho estranhíssimo de duas figuras com corpo humano e cabeça que lembra a de bovinos, uma delas com traços mais masculinos e outra com traços mais femininos. Será que era assim que alguns dos antigos israelitas imaginavam Javé e sua esposa Asherah?

"Temos outros dados que indicam a associação de Javé com a figura do touro, representando a força, o poder, principalmente no culto de Samaria", afirma Osvaldo Ribeiro, da PUC-RJ. Outros pesquisadores, como Mark S. Smith, da Universidade de Nova York, contestam a associação de Javé com uma consorte chamada Asherah nessas inscrições. Para eles, a gramática do hebraico é esquisita: o termo "sua Asherah" parece se referir a um objeto, não a uma pessoa ou a uma deusa.

"Eu acho complicado tirar uma conclusão como essa simplesmente com base no que sabemos do hebraico bíblico, porque se trata de uma língua morta. Nunca vamos ter certeza se realmente era impossível usar o pronome em 'sua Asherah' para se referir a uma pessoa", diz Ribeiro. De qualquer maneira, afirma o pesquisador, há outro dado arqueológico importante: inúmeras estatuetas de cerâmica, encontradas em todo o território israelita e com idades que abrangem centenas de anos, que parecem indicar uma deusa da fertilidade, com barriga de grávida e seios protuberantes. "Essas imagens continuam sendo comuns até o século 6 a.C., quando Jerusalém é destruída e parte de seus habitantes são exilados na Babilônia", lembra ele.

Foto: as
Outras estatuetas femininas feitas por antigos israelitas: os traços maternais, como seios fartos e ventres grávidos, são enfatizados nessas imagens (Foto: Reprodução)

  Pós-exílio
Se o culto a Asherah era tão comum quando esses indícios esparsos indicam, o que teria levado ao fim dele? A Bíblia explica o processo como uma contaminação constante da religião de Israel pelos povos pagãos, a qual nem muitas reformas religiosas purificadoras, como a do rei Josias, foram capazes de apagar antes do exílio na Babilônia.

Ribeiro, no entanto, diz acreditar que muitas dessas histórias de reforma foram projeções dos sacerdotes do Templo de Jerusalém, elaboradas na época depois do exílio. "A comunidade dos que voltam da Babilônia se organiza em torno do Templo de Jerusalém, sob a liderança dos sacerdotes e com o apoio do Império Persa [que dominou a região depois de vencer a Babilônia]. Então, toda ameaça a esse processo de centralização do poder sacerdotal foi combatida, de forma que só acabou sobrando o culto a Javé. Foi um acidente histórico, num momento crítico, que acabou se tornando a visão dominante."

Já para Ana Luisa Cordeiro, da Universidade Católica de Goiás, os eventos antigos têm implicações para a própria visão excessivamente masculina de Deus que acabou se tornando dominante entre judeus e cristãos. Não é que a sociedade na qual Asherah era adorada fosse necessariamente igualitária entre homens e mulheres, pondera ela, mas pelo menos abria espaço para enxergar o sagrado com um lado feminino.

"Reimaginar o sagrado como Deusa é reimaginar as relações de poder, não numa tentativa de apagar a presença de Deus, mas sim de dar espaço ao feminino no sagrado, o feminino não como um atributo do Deus masculino, mas como Deusa", avalia Cordeiro. "

Fonte:
http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL592805-9982,00-DEUS+BIBLICO+PODE+TER+TIDO+UMA+ESPOSA+AFIRMAM+PESQUISADORES.html

Outros links interessantes sobre o assunto:
http://www.astrologosastrologia.com.pt/biblia+revelacoes/biblia=jave&asherah.htm
http://www.abiblia.org/artigosview.asp?id=80
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"Heredera de la tradición maya y curandera con cocimientos ancestrales, la Abuela Margarita es, a sus 76 años, una mujer que emana sabiduría, alegría y fuerza y que recorre el mundo transmitiendo mensajes rotundos sobre el despertar de lo femenino en hombres y mujeres, la sacralidad de la Madre Tierra, nuestra naturaleza espiritual y el poder que todas las personas tenemos. Allá donde va es una persona muy escuchada y respetada cuyas palabras sirven de aliento e inspiración para miles de personas~" (...)
"En una entrevista publicada en La Voz de la Arboleda de Gaia se le pregunta a la Abuela Margarita: ¿Cuál es la misión de la mujer? Y ella responde:
"-Enseñar al hombre a amar. Cuando aprendan, tendrán otra manera de comportarse con la mujer y con la madre tierra. Debemos ver nuestro cuerpo como sagrado y saber que el sexo es un acto sagrado, esa es la manera de que sea dulce y nos llene de sentido.
La vida llega a través de ese acto de amor. Si banalizas eso, ¿qué te queda?
Devolverle el poder sagrado a la sexualidad cambia nuestra actitud ante la vida.
Cuando la mente se une al corazón todo es posible."
Demais trechos da entrevista:

“Yo, cuando necesito algo, me lo pido a mí misma. Y funciona. Porque una cosa es ser limosnero y otra, ordenarte a ti mismo, saber qué es lo que necesitas. Muchos creyentes se han vuelto dependientes, y el espíritu es totalmente libre; eso hay que asumirlo. Nos han enseñado a adorar imágenes en lugar de adorarnos a nosotros mismos y entre nosotros”

“¡La felicidad es tan sencilla!, consiste en respetar lo que somos, y somos tierra, cosmos y gran espíritu. Y cuando hablamos de la madre tierra, también hablamos de la mujer que debe ocupar su lugar como educadora”
“Después de los 65 años somos oro molido para la Humanidad”

Outras mensagens:
"1. El despertar femenino corresponde al corazón y afecta por igual a hombres y mujeres. Nacemos con 2 posibilidades, el amor y el miedo, y se trata de cambiar las emociones hacia al amor.

2. El cambio viene de la mano de las mujeres. Durante miles de años (supongo que se refiere a época pre-pratiarcado) la “mujer estaba considerada igual al hombre” y nunca se envenenó la Tierra, después ambas circunstancias cambiaron. El papel de la mujer es valorarse y honrarse a si misma, y enseñar a los hombres a amar y respetar la Tierra.

3. El sexo es sagrado y se está banalizando

4. Las personas mayores son “oro molido” para la sociedad y es una época ideal para compartir experiencias y sabiduría. Según los ciclos mayas de 13 años, a partir de los 52 años las personas se “abren a la maternidad-paternidad universal” y deben dejar el victimismo y decir “aquí estoy”

5. La muerte no existe sino que la conciencia/nuestra parte espiritual sobrevive a la encarnación física

6. Todos somos seres sagrados y debemos honrarnos a nosotros mismos

7. Nuestros pensamientos tienen el poder de crear nuestra realidad

8. La alegría es un ingrediente importante en la Vida. En el vídeo ella está cantando esta estrofa:
Soy el poder dentro de mi
Soy el Amor del Cielo y la Tierra
Soy el Gran Espíritu y soy eterno
Mi vida está llena de amor y alegría"


Abuela Margarita

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Atenção! sobre a Exibição do filme das 13 avós Nativas e roda de cantos no Rio de Janeiro
Pedimos desculpas mas informamos que a exibição do filme "Transformando oração em oração" no Rio de Janeiro, que visa arrecadar fundos para a vinda das 13 avós nativas no Brasil, estará acontecendo no dia 10/08/2011 as 20h (e não no dia 8 de agosto, como nas demais cidades). Peço a todos os colaboradores e amigos que divulguem esta mensagem e não deixem de comparecer e confirmar presença através do email ( shaktilalla@hotmail.com ) para que possamos ter certeza do número que pessoas que comparecerão.
(...)
Traga também algum lanche para ser compartilhado e seus instrumentos musicais,
Gratidão pela nossa rede de solidariedade,
unindo forças em prol da vinda das 13 avós nativas no Brasil (Brasília-outubro de 2011)
Marcela Zaroni
Guardiã do CSVF-RJ



Movendo energia para o encontro das 13 avós Internacionais no Brasil

Ação para promover e arrecadar fundos monetários para o encontro
“Voz das Avós das Quatro Direções do Planeta” em Brasília


Como parte do “A Voz das Avós: O ontem, o hoje e o amanha no fluir das águas” que reunirá o “Conselho Internacional das 13 Avós Nativas” em Brasília nos dias 21 a 24 de Outubro, na Unipaz/Brasília o Coletivo de Mulheres CCS (Clã Ciclos Sagrados) fará exibições sincrônicas e simultâneas no Brasil e em países da América Latina do filme "Transformando oração em ação"

A intenção da ação é arrecadar fundos monetários para financiar a vinda e hospedagem das Avós.

::QUANDO:: 10 de agosto, às 20hs:: no Rio de JaneiroDemais localidades: Dia 08 de agosto as 20hs

COMO: Mulheres (guardiãs) do “Círculo Sagrado de Visões Femininas” movimento de mulheres do ColetivoCCS, autorizadas a exibir o filme, farão sessões simultâneas e sincrônicas do filme, seguido sempre de roda de cantos, danças etc para ajudar a movimentar a energia financeira para o “Voz das Avós das Quatro Direções do Planeta”

Atenção!!!
Exibição do filme no Rio de janeiro:Rua Voluntários da Pátria, 371, sala:202 - Botafogo

 

::CONTRIBUIÇÃO:: Valor sugerido R$ 50,00
Os valores para as exibições do filme são simbólicas. Está atrelado ao valor a doação e a contribuição para o encontro de mensageiras da Paz que viajam o mundo usando suas imagens para criar junto a governantes locais ações em prol da Paz e para criação de politicas publicas de sustentabilidade para o meio ambiente, os povos indígenas, as mulheres e por uma economia justa.

Outros locais de exibição (acontecerão no dia 08/08)http://www.avozdasavos.org​/evento-ccs.html
http://circulosagradodevis​oesfemininas.blogspot.com/

São Paulo: Será a cidade centro desta ação. Além da exibição do filme, contaremos com a presença de Maria Alice (membro do Conselho Internacional das 13 Avós Nativas) que falará das ações do Conselho. Após a exibição do filme teremos roda de cantos.
Endereço SP Naradeva Shala - Rua Coriolano, 169/171, Pompéia.

Demais LugaresRio de Janeiro, Pelotas/RS, Curitiba/PR, Maricá/RJ, Aracajú/SE, Porto Alegre/RS, Goiania/GO, Rosário/Argentina, Santiago/Chile.
Divulgaremos os endereços em breve. Acesse o site para saber os endereços dos locais de exibição. (
http://circulosagradodevis​oesfemininas.blogspot.com/)

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Sobre o “A Voz das Avós: O ontem, o hoje e o amanha no fluir das águas” do “Conselho Internacional das 13 Avós Nativas”.

 
A proposta: Pretende-se que as diversas expressões culturais do nosso país possam participar do evento A Voz das Avós, em diálogo direto com as tradições ancestrais do mundo que estão representadas no Conselho Internacional das 13 Avós Nativas. Dessa forma, a ideia é constituir também um grupo de 13 Avós Nativas brasileiras. Para formar este grupo, o projeto irá realizar oficinas regionais, buscando reunir anciãs reconhecidamente vinculadas às práticas tradicionais e promover uma reflexão sobre seu papel na sociedade e como seus saberes tradicionais podem contribuir para as soluções emergenciais globais e locais. A proposta é que estas reuniões aconteçam com grupos já mobilizados em torno da expressão do feminino tradicional, como grupos e associações de parteiras, rezadeiras, erveiras, educadoras, extrativistas, indígenas, afrodescendentes, ribeirinhas, entre outras expressões dos povos e populações tradicionais do Brasil.

Sobre o Evento: Será realizado na Universidade da Paz - Unipaz, em Brasília, um ponto de convergência geográfica e política do nosso país, de 21 a 24 de outubro de 2011. A proposta é que o evento reúna um público estimado em 500 pessoas, durante quatro dias. Pretende-se que o evento tenha entrada franca no sentido de garantir a presença de todas as camadas sociais, e especialmente dos jovens. O evento terá a água e o tempo como um tema transversal - considerando seu valor nas culturas tradicionais e o desafio atual da humanidade em relação à sua conservação. Além de promover um rico diálogo entre as diversas tradições, a proposta é que este propicie reflexões que possam servir como fontes de inspiração para ações e politicas direcionadas à conservação do meio ambiente e especificamente da Água, e o fortalecimento e a transmissão dos saberes tradicionais


Palavras de Maria Alice para a açãohttp://www.avozdasavos.org​/evento-ccs.html
"Queridas irmãs, mulheres de ação,
É com alegria que venho apresentar a vocês estas informações sobre o X Encontro do Conselho Internacional das Treze avós Nativas que este ano vai acontecer nas terras do Sul, no domínio do Condor e estamos esperando que fortaleça o cumprimento da profecia da sagrada aliança da Águia e do Condor, que significará a garantia da Nova Era. Isto já está se desenhando como um chamado forte aqui na América do Sul, pois temos recebido anúncio de vários países, irmãs querendo chegar no Encontro.
No dia 8 de agosto, estaremos realizando em São Paulo uma exposição de um filme sobre este movimento e estaremos também arrecadando fundos para ajudar nesta grande realização. A Sabrina Alves, do Clã dos Círculos Sagrados, São Paulo, Brasil, é quem está responsável por esta produção com os vários círculos de mulheres que estão articulados com ela. Tem o meu total apoio e interesse. Agradeço de coração às que puderem entrar na corrente."
www.avozdasavos.org

PARA DOAÇÕES IMEDIATAS:
Conta para depósito: Banco do Brasil (001)
Ag: 2863-0
Conta: 411.472-8
Instituto Empreender
CNPJ: 03.666.886/0001-03
http://www.avozdasavos.org/juntese-doacoes.html
Conselho Internacional das 13 Avós Nativaswww.avozdasavos.org

Organização da ação
Coletivo CCS (Clã Ciclos Sagrados)
www.cladosciclossagrados.c​om
e
Círculo Sagrado de Visões Femininas
http://circulosagradodevis​oesfemininas.blogspot.com/
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