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Memorial

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Células-tronco do útero regeneram
células cerebrais danificadas
Fonte: Ciência Diária 


"Células-tronco derivadas do endométrio (mucosa uterina) e transplantadas no cérebro de ratos com Parkinson parecem ter reparado células cerebrais danificadas pela doença. Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Yale, nos EUA, acreditam que a técnica poderá futuramente ser usada em mulheres, com a utilização de células do próprio útero.
A doença de Parkinson é causada pelo colapso de células nervosas, produtoras de dopamina (neurotransmissor responsável pelo estímulo de neurônios que controlam os movimentos do corpo), no tronco cerebral. Na experiência, envolvendo coleta e cultura de tecido endometrial de nove mulheres, as células se transformaram em células nervosas que produzem dopamina – tais quais as que tinham sido danificadas pelo problema.
“O nível de dopamina nos ratos aumentou assim que transferimos as células-tronco endometriais para os cérebros”, diz Hugh S. Taylor, autor do estudo publicado no Journal of Cellular and Molecular Medicine. “Isto é encorajador, porque mulheres já têm um estoque pronto de células-tronco que são facilmente obtidas, que podem se diferenciar em outros tipos de células. Elas têm um grande potencial para tratar diversas doenças”.

Além disso, os pesquisadores ressaltam que a técnica não “esbarraria” em questões éticas, referentes à produção de células-tronco a partir de embriões. Diferente de outras células-tronco, as células provenientes do endométrio teriam uma tendência bem menos à rejeição."


O feto aprende
Fonte: Revista Super interessante
Por Denis Russo Burgierman

"Não é só o corpo que se forma durante a gravidez. A personalidade, a inteligência e os traumas também estão em gestação.

Imagine como seria passar nove meses trancado em uma sala escura e morna, dormindo 16 horas por dia. O lugar, apertadinho, sem ser desconfortável, é envolvido por uma marcação de tambor constante, que não pára nem durante a noite, e por um barulho esquisito de líquidos borbulhando. Você ouve, sem poder entender, conversas abafadas do lado de fora, nas quais predomina sempre uma voz feminina clara, que parece vir de todos os lados ao mesmo tempo. Não há muito o que fazer lá dentro além de brincar com o saco transparente que te embrulha e beber o líquido quase sempre doce à sua volta.
Você já passou por isso, é óbvio — durante a sua gestação. E hoje se sabe que esse período marcou você para sempre, moldando o seu jeito de ser, os seus medos e o seu humor. A velocidade daquela batida de tambor, o carinho ou o desprezo expressos nas vozes difusas, o gosto do líquido e outros estímulos mais sutis são tudo o que um feto conhece até o parto. Se essa experiência for agradável, tudo vai evoluir para uma criança tranqüila e sensível. Se não, a gravidez pode provocar distúrbios psicológicos graves, até mesmo esquizofrenia e autismo.
Desde o começo da gestação, os sentimentos e os humores maternos afetam o filho, que está exposto aos mesmos hormônios que ela. Fetos rejeitados são candidatos sérios a distúrbios de comportamento. (...)"

Continua em: http://super.abril.com.br/superarquivo/1998/conteudo_65694.shtml )

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