.:: Êxtase da Deusa ::.

Memorial

* Navegue no interior do site pelas "palavras de toque" ou através do "Arquivo do blog".



.::Quando::. 03 de Maio de 2010 (segunda-feira)
.::Onde:: Brasil
.::Tema da Campanha 2010::. ARTE VISUAL (arte reciclada, foto, imagem, popart, escultura, etc)
.::COMO ADERIR::.
*Blogagem coletiva: cyberativismo menstrual: Use a imagem acima e dê os créditos. Use e abuse do conteúdo do Blog da Campanha!

*Em grupo: UNINDO MULHERES
-junte mulheres: amigas, irmães, colegas de trabalho...convoque!
- Usem Vermelho!
-Literatura indicada: "Meu Sangue é ouro" (Lara Owen)
-Use material reciclado para criar alguma arte: ventres, ovarios, quadros, bolsas, popart..qualquer coisa que possa ser fotografado e enviado à gerencia desse blog. O material será publicado. Não esqueça de enviar local, nome e o que mais desejar sobre sua experiência.

*Sozinha: Agindo localmente!
- Vá para o trabalho de vermelho!
-Escreva algo em seu blog, se voce tiver; Use as imagens cedidas neste blog da Campanha "Segunda Vermelha 2010"
-Use material reciclado para criar alguma arte: ventres, ovarios, quadros, bolsas, popart..qualquer coisa que possa ser fotografado e enviado à gerencia desse blog. O material será publicado. Não esqueça de enviar local, nome e o que mais desejar.

.::Algumas informações::.
*Para colocar no BLOG SEGUNDAVERMELHA.BLOGSPOT.COM onde será O SEU ATO OU AÇÃO: escreva para cladosciclossagrados@yahoo.com.br e passe todas as informações para as demais mulheres de sua cidade.
*MUSEU DA CAMPANHA: Registre sua ação ou ato. Envie para a coordenação do BLOG para que possamos fazer um webmuseu da campanha!
*Fique à vontade para usar todo o material da campanha, mas por favor, dê os devidos créditos.
* SOBRE CUSTOS: A intenção da campanha não é gerar fundos. A sugestão é que ao organizar um grupo de ação é que se não se cobre nada ou um valor irrisório.


.::O que é a campanha SEGUNDA VERMELHA::.
Com nome original em inglês “Menstrual Monday”, ou a “Segunda Vermelha”, adaptado para o português, a campanha convoca a mulher contemporânea a participar ativamente de sua própria vida, redescobrindo e compartilhando com outras mulheres sua essência, empoderando-se e tornando-se uma forte agente transformadora de si mesma, de sua comunidade e do Planeta.

A primeira vez que se comemorou foi em 2000, idealizado por Genebra Kachaman e Molly Strange. Elas arrumaram um jeito de incentivar as mulheres a ritualizarem suas menstruações e o fizeram com manifestações artísticas. Na época, a campanha teve adesão da França, Canadá, Escócia e Quênia. Kachaman e Strange diziam que a intenção da campanha era criar um senso de diversão em torno de menstruação; para encorajar as mulheres a assumir a responsabilidade da sua menstruação e de saúde reprodutiva, para criar uma maior visibilidade da menstruação nos meios de comunicação social; e para reforçar a honestidade da menstruação em nossos relacionamentos.

Na realidade a campanha foi um efeito contrário à grande quantidade de registros do chamado “choque tóxico” provocado pelos tampões internos naquela década de 90 e por tudo o que ele representa para a mulher: vulnerabilidade, vergonha, invasão, agressão e uma infinidade de doenças arrebatadoras e outras tão silenciosas quanto fatais, como o câncer de útero. Os tampões vão bem, obrigada, e pra quem trabalha com saúde da mulher, como eu, sabe que o número de casos de “choques tóxicos” com tampões e absorventes descartáveis continua de vento em polpa, no mundo todo. Menos na Índia, porque lá elas nem sabem o que é isso. Bom, sorte a delas. (continua...http://segundavermelha.blogspot.com/search/label/2008)


Coordenação da Campanha Segunda Vermelha - BRASIL

"Mulheres em Círculo para honrar seus ciclos; avançando fronteiras e tecendo redes.
Sigamos conectad@s!

Sabrina Alves


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"W.O.M.B. is a grassroots movement of the Life-Givers of our Mother Earth. Our initial commitment is to hold 4 consecutive gatherings, on Native land, with the permission of the Tribal, GrandMother, Elders of that Native land. This project will bring together both Indigenous and non-Indigenous women of all ages, from all around the world. Our intent is to create a safe environment, following Traditional protocols, to make it possible for the GrandMother Wisdom-Keepers to openly share their teachings, sacred songs, stories, prophesies and ceremonies, outside their Indigenous communities. Through this spiritual process, healing can take place for each individual woman, which will allow healing to take place from the rememberance of past genocides, thereby healing the diversity of the sacred circle of all Life Givers. By honoring and respecting the Beauty Ways of our female energy (too many to list) we can help bring back balance to our Mother Earth and heal the wounds of her people; with one Voice, one Heart and one Chanupa."
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Por Patrícia Douat*

"(...) Durante muito tempo acreditou-se que as pinturas rupestres espalhadas pelas cavernas da Europa eram uma manifestação artística dos primeiros homens modernos, belas mas com um significado puramente estético. Este tipo de pensamento já não é mais aceito como dogma. Muitos especialistas ainda se abstém de análises mais profundas mas o trabalho de certos arqueólogos nos dão uma interpretação do significado da proto-escrita dos povos europeus e do Oriente Próximo há mais de 30.000 anos atrás.

Vejamos o simbolismo de algumas das estampas que para nós sempre foram "simples e descomplicadas". O zig-zag, um motivo comum do Paleolítico Superior que aparece associado a símbolos antropomórficos, pássaros, peixes e imagens fálicas é um símbolo da água, uma força generativa. Já a estampa em forma de M sugerem uma afinidade com o zig-zag e representam a humidade feminina, o fluído aminiótico. Seu significado aquático parece ter sobrevivido até a época do antigo Egito, como é indicado pelo uso do hieróglifo M, mu, que significa água. O Paleolítico data de 40.000 a 10.000 anos antes de Cristo.


Outras estampas que possuem uma forte ligação com os poderesda Deusa Pássaro e com a força das água primordiais são as espirais, serpenteios, redes e o xadrez. As estampas serpenteantes, por exemplo, aparecem no período Paleolítico Superior como uma metáfora para água. A Deusa Pássaro era a fonte da humidade generatrix. Unia o Céu e a Terra. É a que trazia a regeneração da natureza após o escuro inverno.   

Já as listras são símbolos de coisas propícias, abundância e benevolência e possuem, também, uma conotação aquática. Círculos estriados, por sua vez, representam os olhos divinos da Deusa, um simbolismo associados com os ritos da primavera e verão, símbolos de centralização e fonte da vida. As espirais associam-se com as energias da serpente, a água e o sol. As espirais, estampas serpenteantes e poás são símbolos intercambiados que representam a Divina Fonte Generatrix, responsável pela existência e manutenção da vida.  

A serpente, ou as estampas serpenteantes ou coleantes, é um símbolo seminal. É encontrada em todos os temas da Velha Europa. É a exultação da vida terrena. Simboliza a criação da vida, fertilidade, abundância e a regeneração da energia vital. Uma estampa coleante na vertical simboliza a força vital ascendendo ou aumentando. Um símbolo interconectado com a árvore da vida e a coluna cervical.As serpentes são os espíritos protetores do lar, da família e animais domésticos, com especial ligação com as vacas. Asseguram a fertilidade, abundância e riqueza. Simboliza a continuidade da vida entre as gerações. Neste aspecto ela é a Deusa Serpente, como sua imagem de deusa Pássaro possui um enorme poder, é Aquela que dá a vida, que tudo sabe, a Guardiã da Água e do Leite da Vida.
Outra estampa interessante é o barco estilizado, ou o Barco Cerimonial. O barco e a serpente são símbolos intercambiados. Representam a força regenerativa da vida. Já as estampas "bucranianas" ou representativas da cabeça ou chifre dos bois, já mencionadas acima, são um símbolo de regeneração, de morte transformando-se em vida, reencarnação. O boi neste caso é um aspecto da fonte mística da vida, uma manifestação das águas primordiais. Neste aspecto a deusa é a Deusa da Morte e Regeneração, a deusa velha, símbolo da fertilidade da estação, das águas frutíferas da vida.

Existe um grande numero de estampas que se relacionam com energia ou tempo cíclico. Espirais, serpentes, círculos, crescentes, animais enfileirados ou em círculo, chifres, ganchos, mãos e pés. Estas espantas simbolizam energia e são estimuladores do processo de crescimento, conhecimento e renovação. São símbolos que combatem a estagnação e promovem a continuidade e perpetua renovação do ciclo cósmico. são símbolos importantes em situações difíceis como em caso de doenças e perigo quando os poderes da força da vida estão em jogo. 

Estampa em quartos, por exemplo quatro crescentes em oposição ou estampas repetidas em quatro estágios opostos são representações da unificação dos quatro pontos cardeais ou das quatro estações. Sugerem conceitos da centralização das forças cósmicas e da unificação dos opostos.

As estampas em forma de pente, isto é: uma linha horizontal da qual sobem várias outras paralelamente na vertical, são símbolos de proteção contra doenças e perigos, e possuem poderes curativos.

A simbologia da Deusa é criada pela compreensão do ciclo da vida e estações. A observação da eterna transformação da natureza, das fases da lua e sua representação da Deusa como jovem, madura e velha. A imortalidade é assegurada pela força regenerativa da natureza e este conceito de regeneração e renovação é claramente expressado no simbolismo das estampas mais ordinárias."

**Patrícia Douat é especialista em psicodinâmica das cores, bem como no estudo de mitos e culturas arcaicas.
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"Na antiguidade, o ciclo menstrual da mulher seguia naturalmente as fases da Lua, o ciclo lunar, tendo sido muito provavelmente a primeira relação percebida pelo homem entre sua vida na Terra e o Cosmo. A precisão era tão marcante que a gravidez era contada por luas. Com base nessas observações, o homem montou seus primeiros calendários e projetou na mulher os mistérios e os cultos que devotava à Lua. Com o passar do tempo, a mulher foi idtanciando dessa sabedoria e se alienando de seu prórpio corpo, ao ponto de  a mulher moderna só tomar conhecimento dessas verdades através das leituras. Para reestabelecer essa sincronicidade, a mulher deve se reconectar com a Lua, observando suas fases e a relação com seu ciclo menstrual. Meditação e "banhos de luz lunar" ajudam a reestabelecer o ritmo ancestral. Para facilitar a conexão, faça seu jornal lunar, anotando no  calendário o início de sua menstruação e a fase da lua. Observe, também, suas mudanças de humor, disposição, nível energético e respeite "a sua lua", se recolhendo, poupando energias e harmonizando o seu ritmo interno ao lunar."

Fonte: AGENDA DA GRANDE MÃE/ MIRELLA FAUR
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 "A terra é um ser vivo e consciente. Juntamente com as culturas de muitos diferentes tempos e lugares, denominamos como coisas sagradas: ar, fogo, água e terra.

Quer as vejamos como respiração, energia, sangue e corpo da Mãe, quer como dádivas abençoadas de um Criador, quer como símbolos dos sistemas interligados que mantêm a vida, sabemos que nada pode viver sem elas.

Chamar essas coisas de sagradas equivale a dizer que têm um valor além de sua utilidade para os fins humanos, que elas próprias se tornam os padrões pelos quais nossos atos, nossa economia, nossas leis e nossos propósitos devem ser julgados. Ninguém tem o direito de apropriar-se ou beneficiar-se delas à custa dos outros. Qualquer governo que falhe em protegê-las perde sua legitimidade.

Todas as pessoas, todos os seres vivos são parte da vida terrena, e, portanto, sagrados. Nenhum de nós mantém-se acima ou abaixo de qualquer outro. Apenas a justiça pode manter o equilíbrio; somente o equilíbrio ecológico pode manter a liberdade. Apenas em liberdade conseguimos com que a quinta coisa sagrada, a que chamamos espírito, floresça em sua plena atividade.
Honrar o sagrado é criar condições nas quais nutrição, sustento, conhecimento, liberdade e beleza possam vicejar. Honrar o sagrado é tornar o amor possível."
(Starhawk - A quintessência sagrada)
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“Círculos de Mulheres podem ser vistos como um movimento evolucionário e revolucionário que está escondido por trás de uma imagem aparente : parece ser apenas um grupo de mulheres reunidas, mas cada mulher e cada Círculo está contribuindo para algo muito maior.”


Jean Shinoda Bolen
em O Milionésimo Círculo
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Círculo Sagrado de Visões Femininas age em diversos níveis, são eles:

"Físico: É comprovadamente cientifico que quando duas ou mais mulheres permanecem juntas em um mesmo espaço físico seus ciclos menstruais se auto-regulam. E, segundo as medicinas tradicionais, a mulher se oportuniza do processo de menstruação quando este ocorre nas fases MINGUANTE/NOVA, pois assim temos maior influência do SOL na TERRA e, desta forma, eliminamos mais e melhor. E, além disso, quando diversas mulheres estão juntas, o corpo aciona a produção de um hormônio chamado OCITOSINA, que causa sensação de felicidade e bem-estar. Menstruação regulada cura e nos ensina a viver ciclicamente, entendo que morrer é necessário, tanto quanto renascer e viver plenamente.

Emocional:: O CÍRCULO é um arquétipo igualitário, traz noção de pertencimento e de sacralidade à palavra, pois todas ao redor do centro estão à mesma distância, desta forma, não existe hierarquia. Cada palavra é ouvida. Cada batida de coração é sentida. Estar em Círculo CURA as feridas. Sana sem demora as mágoas e ressentimentos. Abre espaço no ventre e coração para a renovação e para realização plena.

Social: Pretende gerar um grupo, ou Círculo de Mulheres que ocupe o vazio comunitário criado pelo capitalismo/pa iarcado. Fazendo circular e estimular o conhecimento e a partilha. Estimulando as mulheres a ocupar e a se manifestar em espaços públicos levando os pontos de vistas femininos.

Espiritual: Em um local onde a mulher possa dar voz a sua essência, o espírito feminino se sente livre para se manifestar, proporcionando insigths, conexões com os arquétipos interiores e intuição mais apurada e visão de olhos de águia, além do alcance, dentro e fora da situação, mediando seus aspectos internos e a vivencia externa."


Quarta-feira - 14/04 às 20h 
Encontro do Círculo Sagrado de Visões Femininas no Rio de Janeiro - Abril/2010: 
  
::RIO DE JANEIRO/ RJ – Marcela Zaroni (Shakti Lalla)::
Informações:
  Cel: (21) 85301340 / 4103-0090
Email: shaktilalla@hotmail.com

Quando? dia 14/10 as 20h
Onde? Botafogo-RJ - Espaço Mahayogini -
http://espacomahayogini.blogspot.com
O que devo levar? alimentos, oráculos, instrumentos musicais, inspiração, histórias, experiências (...)
Como posso ajudar? colaborando com R$10,00 por encontro,
taxa de manutenção do espaço.
Realização | Apoio:
 ॐ
 
"Nosso momento é agora, junte-se a nós nessa REDE-Revolução! Está Feito!"
(Sabrina Alves)

 Encontre a cidade mais próxima de você! Clique aqui!


REPASSE ESSE CONVITE ÀS MULHERES DA SUA VIDA!
Importante: O círculo estará aberto para receber todas as mulheres, independentemente de sua orientação espiritual/religiosa. 
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"Margarita Núñez Álvarez, conocida como la Abuela Margarita, descendiente y curandera de las culturas Maya y Chichimeca trae un mensaje de amor y espiritualidad ligado a la tierra desde lo femenino. Conocida y respetada entre los círculos indígenas de todo el mundo, esta mujer originaria del norte de México se ha convertido en vocera de la mujer. La abuela ha sido llamada desde muchos extremos del planeta para que su palabra sea oída. Ella proclama valores de la mujer como generadora y transformadora de la sociedad y lleva con su palabra de tradición y como guardiana del origen a nuevas miradas del mundo y de la vida."
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 A voz da Mulher tambor

“Amanece y una mujer que ha reconocido lo sagrado dentro de sí misma, toca el Tambor. Su tambor tiene raíces que la conectan directamente con la Fuerza del Mundo subterráneo y el latido de la Diosa.
Ella conoce el arte de sanar a través del sonido, y sabe utilizar el tambor como instrumento de reciclaje energético. Conoce qué ritmos tocar, cuándo y para qué. Sabe direccionar su energía y elevar sus rezos a través de su tambor sagrado.
Sus cabellos rojos, evocan el poder de la sangre menstrual y funcionan como canales que conducen la energía celeste hacia sus manos.
Ella está en total comunión y comunicación con el lenguaje sagrado que habla la Tierra. El ritmo celebra la vida y la potencia del amanecer.
Todas las posibilidades están dadas cuando una Mujer Despierta.”


Mónica Glusman
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MADEIRA – A VISIONÁRIA
Uma pessoa com afinidade pela Madeira é impulsionada pela necessidade de ação, movimento e realização. Ela tem profundos e abundantes recursos que lhe permitem ver desafios como aventuras, sempre se obrigando a ir até o limite e tendo bom desempenho sob pressão. Seu amor pela aventura e seu desejo de ser a primeira e a melhor a ajudam a transformar seus sonhos em realidades.
A Sabedoria da Madeira
"Madeira no interior da terra cresce para cima… o que possibilita a ascensão não é a violência, mas a modéstia e a adaptabilidade… A madeira cresce no interior da terra sem se deter e sem se apressar, contornando, graças à sua adaptabilidade, todos os obstáculos. Assim também a mulher superior é devotada e, com espírito abnegado, nunca interrompe seu progresso. "      _      O I CHING


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FOGO – A COMUNICADORA
Uma pessoa com afinidade pelo fogo tem a capacidade de sentir enorme alegria, que pode ser usada para forjar relacionamentos fortes e duradouros. Intuitiva e enfática, ela anseia por fundir sua natureza com a dos outros e sofre intensamente quando é separada daqueles que ama.
A Sabedoria do fogo
"Aquilo que é obscuro liga-se ao que é luminoso e assim realça a claridade deste último. Um corpo luminoso irradiando luz deve ter dentro de si alguma coisa que persevere; caso contrário, com o tempo se consumirá. Tudo o que é luminoso depende de alguma coisa à qual se liga, para que possa continuar a brilhar."     _  O I CHING

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TERRA – A PACIFICADORA
Uma pessoa com afinidade por Terra tem a capacidade de nutrir a si mesma e aos outros, de meditar disputas e de criar comunidades afetuosas. As pessoas de Terra florescem na paz e na harmonia e são desequilibradas pelo desacordo e pela discórdia.
A Sabedoria da terra
"Em sua devoção, a Terra sustenta, sem exceção, todas as coisas, boas e más. Da  mesma maneira, a mulher superior torna a seu caráter amplo, puro e resistente, de modo a poder dar apoio e ser tolerante com as pessoas e as coisas."  _   O I CHING


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METAL – A ARTISTA
Uma pessoa com afinidade por Metal tem um forte senso estético e um profundo e abrangente interesse por questões espirituais. Firmada no solo pela terra e inspirada pelo céu, sente-se impelida a se elevar na direção das verdades supremas da arte e da filosofia. As pessoas de Metal têm dificuldade de abrir mão e se libertar.
A sabedoria do metal
"Não podemos perder aquilo que verdadeiramente nos pertence, mesmo se o jogarmos fora. Assim sendo, não é necessário que nos angustiemos. Devemos cuidar somente de permanecer fiéis à nossa própria essência e não dar ouvidos aos outros."        _    O I CHING


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ÁGUA – A SÁBIA
Uma pessoa com afinidade por água contém dentro de si mesma um profundo sentido do poder do silêncio, a paciência e da introspecção. Ela sabe como viver no momento, enchendo-se de potencial e disposição para quaisquer desafios e aventuras que a vida possa apresentar.
A sabedoria da água
"Água … flui, prossegue sempre fluindo e vai preenchendo todas as depressões que encontra; não vacila diante de nenhuma passagem perigosa, não retrocede diante de nenhuma queda, e nada a faz perder sua natureza essencial. Ela permanece fiel a si mesma em todas as circunstâncias."  _ O I CHING"


Fonte: 
 Llivro: "NA CASA DA LUA, Resgatando o Espírito Feminino da Cura"
Jason Elias e Katherine Ketcham
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Nada como aproveitar aquilo que você têm em casa para cuidar da sua saúde e beleza. Agora, de tempos em tempos, irei postar algumas receitinhas naturais retiradas do meu acervo de revistas, livros , sites e aprendizados ao longo destes anos.

:: Máscara para pele seca

3 gotas de óleo de girassol
1 colher de sopa de iogurte natural
1 colher de sopa de mel
Modo de preparar:
Bata tudo e aplique no rosto sempre de baixo para cima.





:: Máscara para pele oleosa com acne

2 colheres de sopa de fubá
6 gotas de própolis (se sua pele for sensível, susbstitua este ingrediente por argila verde)
6 gotas de arnica
4 colheres de sopa de água mineral
Modo de preparar:
Misture tudo e aplique na pele massageando. Deixe secar por 20 minutos e retire com água corrente.

:: Máscara revitalizante

2 colheres de sopa de aveia em flocos
1 colher de sopa de água mineral
pano ou gaze
Modo de preparar:
Misture em um pilão a aveia e a água. Em seguida, espalhe a pasta obtida sobre um pano ou uma gaze e cubra o rosto com o tecido, deixando agir por 15 minutos.



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“A terra perdoa tudo. Ela é o centro imutável, o âmago tranquilo em volta do qual giram toda vida e movimento. Ela da base ao nosso ser, alimenta nosso corpos e nutre nossas almas. Mesmo quando a ferimos profundamente, a terra se cura e continua a gerar nosso sustento”.

"Na casa da lua" - Jason Elias e Katherine Ketchan
arte: Jean Kahui
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"Antigamente não existiam potes de barro.Uma moça queria fazer chicha e não tinha panela. A mãe virou pote para a filha cozinhar.

Um homem espiou a mulher se transformando em pote e foi contar logo ao marido da moça:

- Tua mulher faz chicha com o corpo da tua sogra! Essa velha cheira mal, você bebe chicha com a catinga da pele da velha!

O marido ficou enojado ao ouvir. mas duvidando que fosse verdade, pediu a mulher outra vez chicha; ficou espreitando escondido. A sogra já estava no fogo, para a filha cozinhar.
Furioso, o marido aproximou-se do fogo, quebrou o pote, derramou o milho, estragou a chicha. A velha já não virou mais gente.

A filha ficou com raiva:

- O que você quebrou não era para quebrar, não!

Chorando, juntou todos os pedaços de barro, montou os cacos do pote. Chorou duas noites e dois dias sem parar; na terceira noite, não agüentou mais e dormiu um pouco. A mãe lhe apareceu em sonho, pedindo que se acalmasse e enxugasse as lágrimas. Prometeu fazer alguma vasilha para a filha cozinhar a chicha.

- No lugar do fogo onde eu me esquentava como pote, cozinhando a sua chicha, vai aparecer uma bolha de barro. Você abre o barro e tira o de dentro. Você vai poder fazer um pote para você.

A filha acordou e chorou de novo. No lugar onde era o fogo, apareceu uma bolha de barro, como um olho-d´água que sai do chão. Ela abriu um pouquinho o barro de cima, tirou o de dentro e fez um pote grande. Depois de feito, deixou secar e queimou bem, assando. Ficou feitinho.

Desde então é que apareceu o barro para fazer pote e até hoje as mulheres sabem fazer potes."

Narradora: Wadjidjika Nazaré Arikapu
Lenda Arikapu
"Moqueca de maridos", Betty Mindlin e os narradores indígenas


cerâmica marajoara

*O alimento cozido no ventre da mãe.

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"Não te aflijas com a pétala que voa:
também é ser, deixar de ser assim.

Rosas verá, só de cinzas franzidas,
mortas, intactas pelo teu jardim.

Eu deixo aroma até nos meus espinhos
ao longe, o vento vai falando de mim.

E por perder-me é que vão me lembrando,
por desfolhar-me é que não tenho fim."

(Cecília Meireles)
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