.:: Êxtase da Deusa ::.

Memorial

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REVELANDO OS MISTÉRIOS DA TENDA

&

DA LUA VERMELHA

ESPIRAIS DE MEU SANGUE

Com Sabrina Alves

No Rio de Janeiro

01 de novembro sábado


Você acredita ser a menstruação um sofrimento?
Ou você sente que seu sangue é sagrado?

Tem dificuldades com as formas de seu corpo?

Ou reconhece seu corpo e percebe que é uma f

onte Poderosa de transformação?

Você esconde que está menstruada, ou celebra O Grande espiral da MULHER MUTANTE?

Você aceita o controle hormonal ou vivencia a experiência?

Você tem medo do parto natural ou assume o controle

sob seu corpo e se torna ativa no processo de DAR à LUZ?

Você tem medo da rejeição à MULHER VELHA na sociedade ou assume o

PODER DA SEMENTE REGENERADA DA MULHER MENOPÁUSICA?

Sob uma grande Tenda Vermelha cria-se a oportunidade de INICIAÇÃO nos ESPIRAIS DE SANGUE FEMININO para àquelas que desejam começar a conhecer os Mistérios da Tenda & da Lua Vermelha e de como aprender a ser dona de si, cuidando-se e tornando-se ativa em contar a própria história!

REVELANDO OS MISTÉRIOS DA TENDA E DA LUA VERMELHA é UM GUIA introdutório sobre os Mistérios de sangue Feminino que são os grandes portais de evolução da mulher, o ciclo da sexualidade/maternidade, menarca, ovulação, florescimento, concepção/gravidez, parto natural, puerpério, amamentação, menstruação e menopausa. Neste encontro aprenderemos a passar e a se beneficiar dos ciclos utilizando a sabedoria e a medicina das ervas, respirações, ritos e rituais, exercício, alimentação, Ritos Lunares (os períodos Menstruais e as fases e faces da LUA: Donzela, Mãe e Anciã), tomando consciência do trajeto feminino à plenitude do Poder Pessoal.

Público: mulheres de todas as idades que desejam reverenciar o poder dos Ciclos Femininos (menarca, menstruação, sexualidade, gestação/parto/ amamentação e menopausa) e aprender como se cuidar naturalmente.

Quando: 01 NOVEMBRO sábado

O programa tem início às 10hs

Local: RIO MULTIDANÇAS - Av. Treze de Maio, 23 - salas 725 e 726. Centro

Mais informações sobre valores e formas de pagamento:

Marcela Zaroni: (21) 8530-1340

Email: shaktilalla@hotmail.com

cladosciclossagrados@yahoo.com.br

ATENÇÃO: este trabalho será uma grande oportunidade também de participar da abertura do 'Círculo Sagrado de Visões Femininas' que ficará sob a guarda de Marcela Zaroni. Entre em contato e veja como participar!

Sobre o CÍRCULO SAGRADO DE VISÕES FEMININAS: são encontros sob as energias da Lua Minguante/Nova com palestras sobre os Ritos de Sangue da Mulher (menarca, sexualidade, menstruação, gestação/parto e menopausa), ativismo de gênero (Teologia feminista e ecofeminismo da Deusa) e ecologia, seguido de rituais para sintonizar-se com seus hormônios e as energias de renovação da Lua Nova. Estes encontros acontecem sincronicamente com o CÍRCULO SAGRADO DE VISÕES FEMININAS raíz de São Paulo.

VAGAS LIMITADAS

(somente para mulheres)

(((Sobre a facilitadora)))


Sabrina Alves Jornalista, ativista ecofeminista e terapeuta, Guardiã da Sabedoria mágica e de cura tradicional das mulheres sábias de seu Clã luso-ibérico. Trabalha unindo as medicinas matrifocais nativas e tradicionais da INDIA (ayurveda) de e do Sul (andina), focando nas necessidades físicas, psíquicas e espirituais para a construção da Cultura Iniciática da Nova Mulher. Coordena o 'Clã dos Ciclos Sagrados', projeto matricial focado no resgate na 'mulher selvagem' com os mistérios da menstruação e dos ciclos divinos femininos, para o retorno ao essencial da psique feminina - Trabalha com Thealogia (espiritualidade feminina), Ecofeminismo, arte-terapia aromaterapia, gemoterapia, massagem, florais, tarôterapia, herbanário, contação de história, música, expressão corporal, alimentação natural e trofoterapia, aplicando em cursos, Círculos de Mulheres, oficinas e atendimentos voltados a orientações para o empoderamento da mulher. Atualmente estuda e trabalha com Sthan Xannia, homem de medicina e líder de cerimônias e é formada em Ayurveda pela Escola e Instituto de Cultura Hindu Naradeva Shala onde também faz parte do corpo docente desenvolvendo um trabalho especifico de AYURVEDA PARA MULHERES. É representante e emissária para o Brasil da MOONJERES - Ruby Moon Red Tent Global Network, rede mundial de mulheres que trabalham com os Ciclos Femininos na Tenda da Lua Vermelha e membro do Conselho da Rede Latina de Círculos Femininos. Criadora dos trabalhos 'Redespertando o Ventre' e 'Deusas do Ventre Sagrado', do movimento 'CÍRCULO SAGRADO DE VISÕES FEMININAS' e como Agente da Paz coordena o Projeto 'Círculo de Mulheres Tecedeiras da Paz'. (Veja mais no site http://www.cladosciclossagrados.com/quemsomos.html)

Organização e Realização:

www.cladosciclossagrados.com

Apoio: RIO MULTIDANÇAS E MARIA ACHÉ

ARTIGO:

'ELA MUDA TUDO QUE TOCA; ELA TOCA TUDO QUE MUDA'

Nossas ancestrais desde os primórdios da humanidade, compreendendo o poder da vida Cíclica reuniam-se para o recolhimento mensal, num tempo em que no céu da noite a Lua estava Nova, no céu do dia o Rei Sol estava mais próximo, e na Terra elas sangravam. Este ritual acontecia em diversas formas e com variados nomes pelo mundo todo, como Casas Menstruais na Índia, Tendas Vermelhas nas tribos dos beduínos, Tendas da Lua nas tribos norte-americana.

Lá, naquele momento de recolhimento e de escuridão na Terra, realizavam rituais, cerimônias e ritos de iniciação e buscavam orientações para sua tribo e comunidade. Meninas eram ensinadas pelas anciãs a entrarem na sua vida adulta quando a menarca chegava; jovens mulheres recebiam orientação das mulheres mais velhas e experientes para valorizarem seu corpo, sobre sexualidade, a cuidarem de si, a aumentar sua fertilidade ou controlar sua natalidade, a sonharem com seus filhos e a se fortalecerem com seus partos; eram orientadas para evoluírem espiritualmente pelo seu sangue mensal menstrual e assim desenvolviam sua relação com o ritual doméstico de adoração às Deusas Mulheres e a dimensão sagrada de seus corpos; as anciãs tornavam-se os grandes pilares da comunidade por guardarem o poder e o conhecimento da escuridão do Grande Útero Primordial, Aquele que Tudo Cria e assim, eram as que mantinham e zelavam pelas gerações vindouras.

Os ritos de passagem trazem uma descrição que enfatiza tanto a força física como o desenvolvimento de caráter. Nas linhagens antigas de nossas ancestrais era considerado importante que uma mulher fosse capaz de demonstrar sua capacidade para a paciência e a perseverança. Este tipo de ensino parece bastante adequado e não existe em nosso mundo moderno. Ao contrário, a iniciação de nossas meninas parece bem superficial e frágil: aprende-se a tomar anticoncepcional, usar o 1º sutiã e o tampão pela 1ª vez. Resultados disso, mulheres relacionam-se sexualmente e engravidam sem ter qualquer noção de sua própria capacidade de resistência, física ou psicológica. E, claro que assim, muitas optam por dar à luz com auxilio de analgésicos e de uma tecnologia que lhes priva de experimentar a sua própria força, e, mais que isso, priva seu rebento de vir ao mundo realmente querendo nascer e tendo sua 1ª experiência de sobrevivência. Esta ausência de desafio e fortalecimento na puberdade pode também contribuir para a falta de auto-estima que aflige tantas jovens e provoca distúrbios e vícios alimentares.

Para a maioria das mulheres, a raiz da sua infelicidade está em um relacionamento doloroso com os processos de ser mulher. São treinadas para não transparecerem que estão menstruadas, por exemplo. É preciso entender que o universo construído para mulher que aprende a tratar o útero e a menstruação como apenas uma necessidade biológica desconfortável, o parto como doença, onde se precisa de intervenção cirúrgica (cesárea) sem a menor participação da mulher e da família no processo e a mulher menopáusica passível de tratamentos médicos por presumirem que estão prestes a deixar de ser mulher, a auto-estima dessas mulheres é correspondentemente baixa. Infelizmente o valor que atribuímos aos que nossas ancestrais chamavam sabiamente de 'Mistérios de Sangue' está direta e proporcionalmente ligado ao valor que relacionamos a nos mesmas enquanto mulheres.

O aprendizado de nossa natureza cíclica e da Sagrada Terra, nos trás noção de pertencimento, de totalidade, nos fortalece. Convoca-nos a despertar mais ventres, a cura de nossas ancestrais, ao aprendizado com nosso clã feminino, ao cuidado com a Terra. Nos sacraliza, nos cura, nos empodera. Permita-se a essa cura!!

Sabrina Alves


"Mulheres em Círculo honrando seus Ciclos; avançando fronteiras e tecendo redes."

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